Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

"Raiva" ao Volante...

Acidentes com Veículos Pesados

 

 Os veículos pesados têm características que tornam a análise de acidentes diferenciada relativamente à análise efectuada para veículos ligeiros, evidenciada pelos elevados danos materiais e corporais que por norma comportam.

 

As características dinâmicas, o peso, a influência da carga, o sistema de travagem, o número de eixos, as dimensões dos veículos e a visibilidade, têm influência significativa quer na forma como ocorrem os acidentes, quer na forma como os mesmos são analisados.

Os acidentes mais comuns envolvendo veículos pesados são os embates de traseira, em cruzamentos, com veículos em sentido contrário e acidentes com mudança de faixa.

Um importante factor a ter em conta, principalmente em acidentes que ocorrem durante a noite é a visibilidade de todo o veículo pesado, pelo que é fundamental perceber os elementos presentes na sua carroçaria que permitam identificar quer as suas dimensões quer a sua velocidade de circulação de forma a entender o comportamento dos restantes veículos envolvidos no acidente.

As elevadas dimensões deste tipo de veículos condicionam também a circulação e é necessário ter presente um croqui à escala, uma vez que a representação dos veículos no local do acidente, bem como as dimensões da via são de extrema importância para a determinação dos parâmetros do mesmo.

 

http://www.carcrash.pt

 

 

Mulher morre atropelada por autocarro em Oeiras

 

Um autocarro atropelou hoje mortalmente uma mulher de 50 anos e feriu gravemente uma criança de 10 anos, em Oeiras, junto ao Centro de Saúde, informou a PSP.

 

Segundo a mesma fonte, a criança foi transportada pelo INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) para o hospital DE Santa Maria, em Lisboa.

O acidente ocorreu cerca das 11:00 e o autocarro, que transportava uma banda de música, pertence à SCOTTURB, empresa que circula em Oeiras e Cascais. No local estiveram uma ambulância dos bombeiros de Oeiras, um carro dos bombeiros do Dafundo, uma viatura da PSP e a rua foi cortada ao trânsito.

 

http://sic.sapo.pt/online/noticias/pais/Mulher+morre+etropelada+por+autocarro+em+Oeiras.htm

 

 

 

Manuel Monteiro 120 km/h nas auto-estradas é pouco 

24 de Maio de 2010

PÚBLICO Edição Impressa

 

O aviso é dado à priori, para que não tenhamos ilusões:

"Não sou um apaixonado por carros, nunca fui", antecipa Manuel Monteiro, ex-líder do CDS e fundador do Partido da Nova Democracia (PND).

 

Mas apesar da advertência, falar de carros com Manuel Monteiro não é complicado.

Tem com as quatro rodas aquilo a que podemos chamar uma relação de necessidade:

"Para mim, os carros são um instrumento de trabalho, porque preciso de andar constantemente de um lado para o outro."

E esta é a parte que o político gosta:

a de conduzir em auto-estradas e com o pé direito pesado sobre o acelerador.

 

"O limite de velocidade nas nossas estradas é muito baixo", queixa-se.

A parte que detesta é a de conduzir na cidade.

"Sou muito distraído e tenho tendência para parar muito em cima do carro da frente", diz, ao mesmo tempo que recorda o exame de condução que fez aos 20 anos:

"Chumbei porque não sabia estacionar, o que ainda hoje acontece", admite, sorrindo.

 

O mais importante numa viatura?

"Ser económica e segura é o que me preocupa."

Para ir de encontro às duas características essenciais, a fórmula é "comprar carros em segunda mão ou de serviço", que garantam uma "relação preço-qualidade imbatível".

Manuel Monteiro teve modelos VW Golf, um Alfa Romeo, e tem agora uma carrinha Mercedes C220, "comprada em segunda mão, claro".

 

O primeiro carro, um Nissan Micra, foi marcante porque foi uma prenda do avô.

"Foi especial, porque foi o único oferecido.

E pelo meu avô.

Mas deixei gripar o motor por falta de revisão.

Não tinha dinheiro para a fazer na altura", conta.

 

Um dia, o fundador do PND gostava de ter um Citroën Mehari, o carro que é jipe, que é camião (quem não se lembra da publicidade: "com capota, sem capota, ele é jipe, é camião...").

É esta a resposta que ouvimos quando lhe perguntamos pelo seu carro de sonho.

Mas, falando em veículos marcantes, aqui vai:

"O [VW] "carocha" do meu avô materno, do Minho".

Um carro "duro, mas que ia a todo o lado", recorda, saudoso.

"Tantas viagens fiz naquele banco de trás...".

 

Despiste faz ferido grave em Almada

 

 Um ferido grave resultou de um despiste de um automóvel ligeiro, hoje, domingo, pelas 10 horas, junto da ponte do Pragal, em Almada.

 

Três das quatro vias ficaram interditas durante uma hora.

O despiste provocou ferimentos graves no condutor, que viajava sozinho, e que foi transportado para o hospital Garcia de Horta.

A circulação na zona da ponte do Pragal ficou normalizada às 11 horas.

 

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Set%FAbal&Concelho=Almada&Option=Interior&content_id=1576648

 

 

"Fiquei a tremer. Liguei ao meu pai e pedi-lhe que avisasse alguém"

 

Ao final da tarde de ontem, ainda tremiam as pernas à professora Isabel Teixeira, 33 anos, por causa do susto que apanhou, ontem de manhã, quando seguia na A42 em direcção à escola C+S de Cristelo, Paredes, onde lecciona.

 

Habituada a circular na auto-estrada diariamente, e por vezes, apressada, não tem memória de tamanho arrepio: deu de caras com o ex-guarda prisional, que lhe surgiu de frente, em contramão.

"Estava a chover e eu vinha na faixa esquerda.

Ao passar entre a saída de Freamunde e Sobrosa reparei que na faixa contrária circulavam carros com quatro piscas ligados.

De repente, ultrapassei uma carrinha de trabalhadores e dou de frente com o condutor.

Como não havia trânsito e tinha espaço ultrapassei a carrinha e coloquei-me na direita.

Foi um impulso.

Mas pouco depois vi uma senhora que se tinha despistado", recordou.

"Fiquei a tremer. Liguei ao meu pai e pedi-lhe que avisasse alguém.

Só penso nas vezes que faço esta estrada, às vezes com velocidade e com mais trânsito. Se fosse num desses dias, não tinha por onde fugir", acrescentou.

 

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Pa%E7os%20de%20Ferreira&Option=Interior&content_id=1578462

 

 

'Road rage' Raiva ao volante: carros são armas contra a frustração

 

O que leva um condutor a insultar e até a agredir?

 

Psicólogos concluíram que, quando algo corre mal na vida do condutor, ele descarrega no volante e... nos outros.

 

A imagem de um Pateta amável e bondoso que ao volante do seu carro se torna odiável e intolerante foi criada pelo Walt Disney em 1932, mas a sua mensagem é bem actual.

 

Gestos ofensivos, insultos e manobras perigosas são apenas alguns dos sinais a que os americanos apelidaram de road rage e que,

em Portugal, começam a ser alvo de preocupação.

A "raiva ao volante" já descambou em agressões e até em homicídios.

 

Mas o que leva um condutor a transformar-se ao volante?

Para Manuel João Ramos, presidente da Associação de Cidadãos Auto-mobilizados, aquela imagem do Pateta serve de exemplo.

"O carro funciona como uma arma.

Lá dentro as pessoas sentem-se protegidas para extravasar o que quiserem", refere ao DN.

 

O "anonimato" do condutor dentro do seu carro fortalece-o e descontrola-o, conclui também José Brites, que, com Américo Baptista, da Faculdade de Psicologia da Universidade Lusófona, se debruçou sobre o tema da agressividade ao volante.

 

Entrevistados 480 condutores (270 dos quais já sofreram acidentes), dos 19 aos 68 anos, as conclusões resumem-se a duas ideias:

as mulheres transportam para o volante a sua instabilidade emocional, ao passo que os homens procuram sensações.

Eles procuram adrenalina; nelas, a condução agressiva reflecte as suas emoções", explica José Brites ao DN.

Não são as (boas ou más) características do carro, segundo explica, que tornam o condutor agressivo.

Numa outra vertente do estudo concluiu-se ainda que aos 18 anos há maior agressividade.

Facto curioso é que o mesmo se conclui na faixa etária dos 39 aos 45.

Explicação:

"Todos estes condutores têm funções laborais de grande responsabilidade" e passam esse stress para o volante do carro que conduzem, explica.

Quando instados, nenhum dos condutores "se assume agressivo".

Uma conclusão similar à que chegou a enfermeira Maria Martins, que encontrou um "baixo sentimento de autoculpabilização" nos 19 entrevistados que colaboraram para a sua tese.

 

Eu "Nunca tive um comportamento de risco mas já andei na auto-estrada a 290 km/ /hora", Maria João concluiu que a maior parte dos condutores "faz um juízo de valor muito severo, mas em relação aos outros".

Mesmo quando foram eles os culpados formais (pelo tribunal ou seguradora) dos acidentes, há sempre uma forma de tentarem escapar ao sentimento de culpa com uma qualquer explicação.

A agressividade ao volante pode levar a insultos, agressões e, no limite, a homicídios.

A própria polícia tem sentido essa violência na pele.

"Há muitas agressões a polícias que acorrem a acidentes.

Temos feito questão de levar todos esses casos a tribunal para que os condutores aprendam", referiu ao DN o comandante da Polícia Municipal de Lisboa, subintendente André Gomes.

 

Para José Brites, "se estiver irritado, não conduza". E há segredos para relaxar: música e não fazer do volante uma almofada em que se descarregam frustrações.

Pode ser meio caminho para não insultar o condutor da frente, que circula lentamente... apenas porque procura um lugar para estacionar.

 

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1576373

 

Ofensa à integridade física lidera

 

 No ano passado, as autoridades registaram 41 272 crimes rodoviários - uma média de 113 por dia -, o que significa menos 1802 dos registados no ano anterior.

Destes crimes, destacam-se 621 crimes de homicídio por negligência (menos dez que em 2008), 358 por condução perigosa e 2013 por ofensa à integridade física por negligência (quando no ano anterior havia registo de 1555 crimes desta natureza).

 

Casos

Quando a violência sai da viatura

Homicídio Gonçalo Cardoso foi condenado em Abril a 12 anos de cadeia pelo homicídio do filho do ex-jogador do Benfica, Nelinho.

Os disparos foram feitos numas bombas em Benfica depois de os dois condutores se terem desentendido no trânsito.

 

Ataque cardíaco

Um homem de 60 anos morreu no início do mês por se ter envolvido numa discussão de trânsito, na zona do parque de estacionamento do Centro Comercial Fonte Nova, em Lisboa.

Os nervos e um historial de problemas cardíacos terão terão estado na origem da morte súbita.

 

Facadas

Um homem morreu em Oliveira de Barreiros, Viseu, depois de se ter desentendido com outro, quando circulavam nos seus automóveis, em Novembro de 2007. Durante uma ultrapassagem, um dos carros partiu o espelho retrovisor do outro carro.

Os condutores envolveram-se numa discussão que terminou à facada.

 

Fuga a operação

Um homem foi baleado, em Julho de 2008, na cabeça pela GNR depois de tentar atropelar dois militares numa tentativa de fuga a uma operação stop em Gondomar.

Na viatura em fuga seguiam dois ocupantes que desrespeitaram a operação de fiscalização da GNR.

 

 

 

Para mim, a verdade da segurança rodoviária é uma estrada com enormes buracos, à espera de serem tapados, com uma enorme dose de BOM SENSO!

 

 

publicado por cambiantevelador às 23:56
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