Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

Gestor operacional...

 Fórum de Segurança Rodoviária

 

Coimbra, 13 Maio - Um responsável da Brisa defendeu hoje, em Coimbra, que a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária (ENSR) deve promover "modos de circulação mais brandos" nas áreas urbanas, apostando na construção de vias para bicicletas e peões.

 

"Deve investir-se mais em obras estruturantes que planeiam e modificam as cidades", disse à agência Lusa António Pinto dos Santos, gestor operacional da Brisa – Auto-Estradas de Portugal.

 

Reiterando a opinião expressa hoje no Fórum Distrital de Segurança Rodoviária, organizado pelo Governo Civil de Coimbra, em conjunto com a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Pinto dos Santos disse que cabe ao Estado e às autarquias fazer "esse investimento para o futuro".
 
As vias destinadas à circulação de peões e bicicletas deverão estender-se a infra-estruturas urbanas diversas, incluindo às pontes e viadutos.
Pinto dos Santos deu o exemplo da célebre ponte de São Francisco, a Golden Gate Bridge, na Califórnia, que "é o sítio mais visitado" daquela cidade norte-americana, por ter assegurado aqueles modos de circulação.
 
O representante da Brisa, responsável pela gestão da A1 entre Santarém e Coimbra Sul, lamentou que a terceira ponte sobre o rio Tejo, tal como as duas já construídas, não preveja essa possibilidade.
 
"Seria mais lógico gastar mais algum dinheiro com esse fim na ponte 25 de Abril, permitindo o acesso de peões e bicicletas", preconizou.
 
Pinto dos Santos aludiu ainda ao caso de Amesterdão, na Holanda: "o ciclista é uma entidade absolutamente respeitada numa cidade tão antiga", disse, salientando que a Holanda dispõe de 30 milhões de bicicletas para 13 milhões de habitantes.
No seu entender, "é necessário obrigar os urbanistas e os planeadores" a privilegiarem aqueles modos de circulação nas cidades e "investir mais nos transportes públicos".
 
Falando em representação do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), responsável pela elaboração da ENSR, o investigador João Queirós defendeu, por seu lado, que
"é preciso pensar na educação cívica desde o início da socialização da criança",
com vista a uma maior segurança nas estradas.
"O maior número de ocorrências significativas não fatais acontecem em arruamentos das vilas e cidades", observou, por seu turno, o governador civil de Coimbra, Henrique Fernandes.
A sessão, no auditório do Instituto Português da Juventude, destinou-se a divulgar e debater a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária.
 
http://tv1.rtp.pt/noticias/?article=62097&visual=3&layout=10
 


 

 

publicado por cambiantevelador às 16:00
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