Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

A23...

 

Ambos os condutores da A23 vão ser julgados por homicídio por negligência
 
Os dois condutores envolvidos no acidente ocorrido em Novembro de 2007 na A23, que provocou a morte de 17 pessoas, vão ser julgados...
 
De acordo com o juiz, o condutor do pesado invadiu a faixa da esquerda onde a condutora já fazia uma ultrapassagem. Esta última ainda tinha espaço para ultrapassar, mas por falta de cuidado e perícia perdeu o controlo do ligeiro e embateu no autocarro, acrescentou.
 
«Hoje em dia, pequenos actos negligentes podem causar catástrofes», justificou.
 
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=133075
 
Camionista português condenado a quatro anos de prisão no
Reino Unido
 
O júri considerou "por unanimidade" José Tito Ferreira Cardoso, de 50 anos, culpado pela morte de um automobilista num acidente de viação. 
 
O júri considerou "por unanimidade" José Tito Ferreira Cardoso, de 50 anos, culpado, disse a mesma fonte. Além dos quatro anos de prisão efectiva, aos quais deverão descontados os cerca de sete meses que esteve detido preventivamente, o juiz determinou uma inibição de conduzir de sete anos.
 
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1214841
 
 
Condutores do sexo feminino com menos acidentes...
http://cambiantevelador.blogs.sapo.pt/19842.html
 
 
Psicóticos são quem tem mais acidentes ao volante
 
Realizado pela Escola de Criminologia da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, o estudo indica que serem analisados os traços de personalidade dos inquiridos, concluiu-se que o grupo que transporta as armas se insere no seio dos psicóticos (13% dos inquiridos).
 
http://www.psicologia.com.pt/noticias/ver_noticia.php?codigo=NO00691
 
 
- A lei portuguesa prevê que as causas de acidentes de viação sejam investigadas e os culpados apurados, condutores ou não, já é tempo de começar a apurar os verdadeiros factores e não apenas as causas.
 
 

 

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Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

Dia Nacional da SHST...

 

 28 De Abril
Dia Nacional da Prevenção e Segurança no Trabalho
 
http://www.igt.gov.pt/IGTi_P01.aspx?cat=Cat_Noticias_SubNoticias1&prd=A000000000002481&lang=
 
Acidentes Mortes no trabalho: de 163 para 120 entre 2007 e 2008
 
O número de acidentes de trabalho mortais em Portugal caiu de 163 em 2007 para 120 em 2008 mostrando que "a sociedade está a valorizar a prevenção", de acordo com o responsável nacional pela Segurança e Saúde no Trabalho.
 
"As mentalidades estão a mudar, a sociedade está a ir no bom caminho e a valorizar a prevenção", disse em entrevista à agência Lusa o Coordenador Executivo para a Promoção da Segurança e Saúde no trabalho, Luís Lopes
 
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1214478
 
Crise - Subsídios ao desemprego duplicam
 
Por RUDOLFO REBÊLO - Foram atribuídos, em Março, 1260 novos subsídios por dia. Mais de 300 mil  pessoas recebem apoios e desde Janeiro Estado já gastou 450 milhões de euros.
 
É o espelho da crise. Em Março, foram atribuídos 27 888 subsídios de desemprego, mais do dobro dos concedidos em igual mês do ano passado. No total, 301 mil desempregados – dos 486 mil estimados – estão a receber transferências mensais do Estado, de acordo com os dados ontem divulgados pelo Governo…
 
Acresce que a maioria dos pedidos aprovados, resulta de processos entregues antes de Março, pelo que estes dados ainda não incorporam as falências anunciadas nas últimas semanas…
 
http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1214359
 
Crise pode aumentar acidentes de trabalho
 
A Autoridade para as Condições do Trabalho admite que a crise económica que o país está a viver possa contribuir para um aumento do número de acidentes de trabalho.
O ano passado foi o melhor de sempre, com o menor número de acidentes mortais no trabalho desde que há registos, mas Luís Lopes, coordenador executivo para a Promoção da Saúde e Segurança no Trabalho, reconhece que a crise aumenta o risco de acidentes.
 
«Admito que possa haver algum aumento e as razões prendem-se não só com alguma eventual quebra no investimento na prevenção e na segurança, mas com menor formação de alguns trabalhadores contratados menos qualificados ou com algum stress por verem os seus empregos em crise, o que concorre de uma forma directa ou indirecta para haver maior risco», considera.
 
No Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho, que esta terça-feira se assinala, a Autoridade para as Condições do Trabalho entrega, no Parlamento, um relatório sobre as medidas que prometeu tomar para combater os acidentes laborais.
 
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1214448
 
Vieira da Silva garante novos meios este ano
 
O ministro do Trabalho garantiu hoje que a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) vai ser reforçada ainda este ano com novos técnicos para a área da saúde e segurança no trabalho.
 
"Tal como o acordo da concertação prevê o reforço dos inspectores do trabalho, [o acordo] também prevê o reforço da dimensão técnica destinada a esta área e isso vai acontecer ainda em 2009", disse Vieira da Silva aos jornalistas, no intervalo da sessão comemorativa do Dia Nacional da Segurança e Saúde no Trabalho.
 
http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1214618
Vieira da Silva lamenta falta de acordo europeu sobre tempo de trabalho
O ministro do Trabalho, Vieira da Silva, lamentou a falta de acordo entre o Parlamento Europeu e União Europeia sobre a revisão da directiva do tempo de trabalho.
 UE, sobretudo liderada pelo Reino Unido defendiam que o 'opt-out' (acordo entre o empregador e o trabalhador) devia manter-se indefinidamente, enquanto os deputados europeus pretendiam fixar uma data para a eliminação da norma, proibindo que o horário semanal possa ir além das 48 horas.
 
De acordo com Vieira da Silva, a partir de hoje "só uma nova iniciativa legislativa" poderá retomar este debate, o que não deverá acontecer "tão rapidamente" dado ao actual período eleitoral e posterior estabilização deste processo.  
 
Na mesma linha, o secretário-geral da UGT também lamentou a ausência de consenso, mas valorizou o facto de não se ter chegado a um acordo penalizador para os trabalhadores.  
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1215028
 
“Meios” para a segurança rodoviária…
 
-Na actual conjuntura económica de crise, existe a possibilidade de que os trabalhadores, ao verem os seus empregos em causa, tanto pela dificuldade que as empresas atravessam, como pelas recentes alterações ao código do trabalho, possam estar dispostos a correr mais riscos para garantirem o emprego.
 
- Essa possibilidade, em termos de segurança rodoviária, tende a que não se respeitem os tempos de condução e de repouso, ou, no caso de outras áreas de actividade, ligadas à prevenção rodoviária, que não se mobilizem os “meios” quando necessários, onde pequenos actos negligentes podem causar catástrofes.
 
http://cambiantevelador.blogs.sapo.pt/37229.html
 

 

 

 

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Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Concessões rodoviárias...

 

Governo assina hoje contrato de concessão da EN 125
 
O Governo assina, este domingo, o contrato de concessão da Estrada Nacional (EN) 125 no Algarve. O ministro das Obras Públicas diz que a requalificação desta estrada, que tem uma média de acidentes elevada, é essencial. As obras só devem estar concluídas daqui a três anos e vão transformar a 125 numa estrada com mais de 70 rotundas e uma ciclovia em toda a extensão.
 
O investimento previsto é de 150 milhões de euros. O ministro Mário Lino diz que foi feita uma análise custo /benefício e destaca que do lado dos benefícios
está a criação de milhares de empregos.
 
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1212981
 
 
 
 
Concessões rodoviárias criam empregos...
 
Dito isto, podemos garantir uma coisa: num cenário de grande incerteza e de abrandamento económico como aquele que vivemos, o investimento público puxa pela economia e favorece o emprego e pode significar, para muitas empresas, a diferença entre falir e ter actividade e, para muitos trabalhadores, entre ter e não ter trabalho.
http://www.portugal.gov.pt/pt/GC17/Governo/Ministerios/MOPTC/Notas/Pages/20090713_MOPTC_Com_Con_Douro_Litoral.aspx
 
Quando Lisboa e Porto ficaram mais perto 
13.09.2006 - (PÚBLICO)
 
É sexta-feira, 13 de Setembro de 1991. Faz sol junto ao nó da A1 em Condeixa. Ao quilómetro 180 foi colocado um marco de aço inoxidável com 27 metros de altura. A escultura, da autoria do arquitecto Charters de Almeida, custou 60 mil contos.
 
Há quem considere que foi um desperdício de dinheiro. Mas a obra lá está, a marcar o cenário da festa que acontece nesse dia "verdadeiramente histórico", como então o descreve o primeiro-ministro Cavaco Silva: o dia da abertura do último troço de uma via que tinha começado a ser construída três décadas antes. E que finalmente ligava Lisboa ao Porto. Foi há 15 anos.

"Esta é a imagem do Portugal novo, em andamento", disse o primeiro-ministro na cerimónia. Os 86,5 quilómetros entre Torres Novas e Condeixa que faltavam para unir de uma vez a capital à segunda maior cidade do país eram a concretização dum "sonho de muitas gerações", segundo Cavaco Silva.

O trajecto entre Lisboa e Porto tinha crescido aos soluços, mas podia finalmente ser feito em cerca de duas horas e meia, por 2235 escudos, o equivalente a pouco mais de 11 euros. Um veículo ligeiro (classe 1) faz hoje o percurso com 18,15 euros.

Numa altura em que o país vivia a euforia das inaugurações e o início da campanha eleitoral estava a uma distância de dois dias apenas, ficava definitivamente para trás a memória do tempo em que não havia outra alternativa à viagem entre Lisboa e Porto que não a Estrada Nacional n.º 1 e as suas nove horas ou mais de caminho - "Saíamos de manhã de Lisboa, para tentar chegar a tempo de jantar no Porto", recorda José Miguel Trigoso, secretário-geral da Prevenção Rodoviária Portuguesa.

O primeiro passo tinha sido dado em 1961, ano em que a A1, ainda hoje considerada pelo porta-voz da Brisa "a espinha dorsal do sistema rodoviário" português, começou a ser construída e em que os primeiros metros foram estreados.

Na estreia, Salazar deteve-se nos "pontos mais encantadores"

Jornal O Século, edição de 28 de Maio de 1961: "O sr. prof. Oliveira Salazar apreciou não só a construção da auto-estrada mas também as interessantes paisagens que dela se desfrutam, pedindo, por vezes, que se abrandasse a marcha do automóvel nos pontos mais encantadores" - o relato do passeio discreto de Salazar ao longo daquele que foi o primeiro troço da Auto-Estrada do Norte vem publicado no dia da inauguração.

O presidente do Conselho experimentou, na véspera da cerimónia oficial, os menos de 23 quilómetros que ligavam Lisboa e Vila Franca de Xira e que haviam custado 303 mil contos - pelas suas contas, deveriam estar amortizados em 30 anos. Preço da portagem para os veículos ligeiros: 5 escudos.

A 28 de Maio a confusão era maior. Relata o Diário de Notícias que 20 mil veículos quiseram estrear o eixo logo nos seus primeiros momentos de existência - numa altura em que em todo o país não existiriam muito mais do que 220 mil automóveis.

Como viria a acontecer 30 anos depois, o ambiente era de festa. A A1 não era a primeira auto-estrada do país - já havia um pequeno troço de oito quilómetros entre Lisboa e o Estádio Nacional -, mas o novo empreendimento, feito "exclusivamente por portugueses", como foi repetido na cerimónia inaugural, era naquele ano de 1961 visto como "o progresso" a correr "sobre o asfalto", na expressão de O Século.

Soluções inéditas na construção.

Junto à portagem de Sacavém, com o Presidente da República Américo Tomás, o cardeal-patriarca, vários membros do Governo e convidados especiais, houve discursos e promessas. "Iremos esforçar-nos por assegurar o completamento gradual desta auto-estrada", disse o então ministro das Obras Públicas, Arantes e Oliveira.

Em 1963, Américo Tomás inaugurou mais uma pequena fatia - 3,5 quilómetros entre os Carvalhos e St.º Ovídio. Mas o troço que se seguiu só foi aberto em 1977, 14 anos depois: 7,5 quilómetros de Vila Franca ao Carregado. Dez anos depois, a auto-estrada já ligava o Porto a Coimbra, mas para sul do Mondego foi preciso esperar ainda mais algum tempo.

Feitas as contas, a A1 assistiu a mais de uma dezena de inaugurações de troços (umas mais discretas do que outras) ao longo de um período que começa no Estado Novo e termina na democracia.

Mário Franco Martins, no livro 25 Anos de Engenho e Arte, editado pela Brisa, em 1997, nota que durante alguns períodos da história a utilidade das auto-estradas foi muito questionada. Em 1982, por exemplo, um relatório feito a pedido do Governo por um grupo de peritos estrangeiros defendia que não fazia falta uma entre Lisboa e o Porto.

Certo é que o trajecto da A1 foi ganhando forma. A entrada dos fundos comunitários no país acelerou a construção. Não sem peripécias. O sublanço Vila Franca de Xira - Carregado, inaugurado em 1977, por exemplo, foi um dos que requereram maiores cuidados técnicos. E um dos que exigiram soluções inéditas.
 
Por exemplo: "Na zona do nó de Vila Franca, para conter os aterros da auto-estrada junto da EN10, foi, pela primeira vez em Portugal, construído um muro de "terra armada", depois de algumas sérias discussões com entidades oficiais sobre a eficácia do sistema", lê-se no livro de Mário Franco Martins.

Na etapa final da A1 haveria mais debate e polémica. Mas o projecto avançou a passo de corrida: em 26 meses apenas foi construído o percurso de Torres Novas a Leiria. Daqui a Condeixa, bastaram 20 meses.

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1270045&idCanal=90
 
 
Existem muitas estradas em Portugal que requerem requalificação, a transformação dos IC’S em auto-estrada, por exemplo, com vista a garantir patamares mais elevados de qualidade e melhores condições de circulação e segurança, têm necessariamente de garantir, que as infra-estruturas sejam de elevada qualidade.
 
Para que essa qualidade exista, tanto para quem nela circula, como para quem nela trabalha, tem de se constituir necessariamente por:
 
Um suficiente perfil transversal, com separador central, de preferência tipo New-Jersey, com vias de 3,75m, bermas direitas com 4,05m, bermas esquerdas com 1,0m e piso em betão betuminoso rugoso, para evitar situações de “hidroplanagem” vulgo “aquaplaning” , tornando assim, a infra-estrutura, mais segura para quem nela circula e diminuindo o risco para quem nela tiver de trabalhar.
 
http://cambiantevelador.blogs.sapo.pt/18437.html
 
O que as pessoas podem efectivamente realizar é influenciado pelas oportunidades económicas, pelas liberdades políticas, pelos poderes sociais e por essas condições de possibilidade que são a boa saúde, a educação básica e o incentivo e estímulo às suas iniciativas”
Amartya Sean Prémio Nobel Da Economia
 
 

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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

RISCO RODOVIÁRIO...

 

Mortes por acidentes superam as estatísticas – Falta do
 Plano Nacional do Trauma  compromete números da sinistralidade
00h30m GINA PEREIRA
 
O número de mortes por acidentes de viação dos relatórios da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária está aquém da realidade e só o Plano Nacional do Trauma – que o Governo pôs na gaveta – podia revelar esta realidade.
 
A denúncia é feita por Manuel João Ramos, presidente da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M) e organizador do colóquio interdisciplinar "Risco e Trauma Rodoviário em Portugal", que ontem e hoje decorre no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), em Lisboa.
Segundo o professor, o Plano Nacional do Trauma "estava previsto para esta legislatura" e "em 2006 estava bastante avançado", mas foi "mandado parar" pelo anterior ministro da Saúde, Correia de Campos. Desde então, Manuel João Ramos nunca mais ouviu falar desta ferramenta que, em seu entender, "é uma peça muito importante para qualquer Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária (ENSR)".
 
Actualmente, os dados avançados pelos relatórios da ANSR contabilizam apenas as vítimas que morrem no local do acidente ou a caminho do hospital e deixam de fora as pessoas que acabam por morrer no hospital, sucumbindo aos ferimentos, dias depois do acidente. Manuel João Ramos garante que o Instituto Nacional de Medicina Legal (INML) "fala em mais 40% de mortes do que aquelas que são declaradas", um número bem acima dos 14% a mais que são todos em conta pelas estatísticas europeias.
 
O número de "mortes a 30 dias" é uma das questões recorrentes quando se fala de sinistralidade rodoviária em Portugal.

http://www.ansr.pt/Portals/0/not/Morto_30_dias.pdf

 

Em Dezembro, o Governo determinou a criação de um grupo interministerial, composto por nove entidades - ANSR, Direcção Geral da Saúde, Administração Central do Sistema de Saúde, PSP, GNR, Ministério Público, INEM, Instituto Nacional de Estatística e INML - com vista a estudar a melhor forma de acompanhar esta realidade e registar estes números. O trabalho deverá estar concluído a 30 de Junho, mas Manuel João Ramos diz que, até agora, "só houve uma reunião" e dúvida da vontade do Governo em avançar com este registo.
 
"Não interessa ao Governo avançar com isto antes das eleições", diz, admitindo que estes números vão "estragar" as boas notícias que têm vindo a ser divulgadas da diminuição da sinistralidade rodoviária em Portugal.
No colóquio do ISCTE, organizado pelo mestrado em "Risco, Trauma e Sociedade", estão em discussão vários assuntos relacionados com a sinistralidade rodoviária, "para mostrar que é um problema complexo, multidisciplinar e que não se resolve na esfera da Administração Interna", defendeu, ao JN, Manuel João Ramos. Os grupos de risco em meio rodoviário, a importância dos registos estatísticos, as perturbações de stress pós-traumático em vítimas de acidentes e o papel da reabilitação foram alguns dos assuntos ontem em debate.
 
A falta de campanhas de sensibilização dirigidas aos peões esteve em cima da mesa. Só na cidade de Lisboa, no ano passado, foram atropeladas 722 pessoas, a maioria (61%) fora das passadeiras. "É um dos principais problemas da sinistralidade na cidade", admitiu João Pinheiro, comissário da Divisão de Trânsito da PSP de Lisboa, explicando que os peões com mais de 65 anos são um dos principais grupos de risco.
 
Os outros grupos – à semelhança do que se verifica a nível nacional – são os motociclistas (este ano, das quatro vítimas mortais contabilizadas, três são motociclistas e a outra um peão) e os condutores mais jovens que abusam da velocidade e do álcool.
 
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1210725
 
Organização: ACA-M e Mestrado em Risco, Trauma e Sociedade - ISCTE
Com o apoio de: Liberty Seguros, BTLS-Portugal, Cruz Vermelha Portuguesa, Fundação para a Ciência e Tecnologia e CR&M.

Contactos: Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados, Tel: 217801997, Tlm: 931406941, e-mail: aca-m@aca-m.org
 
A sinistralidade rodoviária é acidental ou um fenómeno de natureza epidémica? Qual a relação entre risco praticado, risco percebido e risco esperado? As patologias e o stress decorrentes de um trauma rodoviário são, ou não, equivalentes ao trauma em situação de guerra?
 
Estas são algumas das questões que o Colóquio Interdisciplinar sobre Risco e Trauma Rodoviário em Portugal procurará responder, nos dias 23 e 24 de Abril de 2009.
Em anos recentes, têm sido realizados em Portugal diversos estudos sobre risco e trauma rodoviário no interior de diferentes áreas de especialização – seja das ciências sociais, criminais ou de saúde pública. No entanto, o confronto dos resultados de tais investigações em contexto interdisciplinar tem sido limitado, a sua difusão pública quase nula e o contacto entre especialistas casuístico.
 
Atendendo à vocação interdisciplinar do Mestrado de Risco, Trauma e Sociedade do ISCTE, justifica-se a intenção de promover no seu âmbito um debate público alargado e cruzado sobre estas temáticas, juntando especialistas oriundos de várias áreas de formação em risco, trauma e prevenção rodoviárias para debater um fenómeno reconhecidamente relevante na sociedade portuguesa contemporânea.
 
O programa de estudos deste Mestrado procura aprofundar a investigação em torno de várias áreas temáticas convergentes do risco e do trauma em sociedade, fornecendo as ferramentas de trabalho transdisciplinar a especialistas vocacionados para agir no terreno da prevenção e gestão de riscos e traumas, com o objectivo de em tempo útil responder de forma competente e empenhada aos desafios de um mundo feito de instabilidade.
 
A oportunidade de realização deste Colóquio no ISCTE surge assim como uma mais-valia não só para a divulgação dos estudos desenvolvidos, no seio desta e de outras instituições, mas também para cruzar e alicerçar conhecimentos, num ambiente de debate interdisciplinar privilegiado com especialistas de várias áreas, para obter uma visão mais abrangente e mais nítida da realidade da sinistralidade rodoviária neste país.
 
O Colóquio Interdisciplinar sobre Risco e Trauma Rodoviário em Portugal surge na esteira de outros eventos realizados no mesmo âmbito: o Colóquio interdisciplinar “Estrada Viva?” Aspectos da Motorização em Portugal (2002) e o Colóquio interdisciplinar “Espírito de Missão” Trauma e Medicina Humanitária (2006).
 
Quinta-Feira, 23 de Abril de 2009
9.30
Abertura: Presidente do Dept. Antropologia/ISCTE
Coordenação do Mestrado em Risco, Trauma e Sociedade/ISCTE
10.00
1º PAINEL – RISCO RODOVIÁRIO E ACIDENTOLOGIA
Moderação: Manuel João Ramos (ISCTE)
 
Manuel João Ramos: “Guerra nas estradas: na berma da antropologia”
 
10.00
Modelização informática de conflitos emergentes no meio rodoviário
Major António Leal (GNR)
Divisão de Criminalística da Direcção de Investigação Criminal da GNR,
10.20
Sinistralidade rodoviária: Virtudes e falhas do seu registo estatístico
António Gomes Belo (DGSP)
10.40
Grupos de risco no meio rodoviário: o caso de Lisboa
João Pinheiro (PSP)
Debate: António Medeiros (ISCTE)
11.15
Pausa para café
 11.30-13.00
Mesa Redonda: Risco e homeostase
Victor Meirinhos (MRTS-ISCTE); Rodolfo Soares (MRTS-ISCTE); Ana Rita Moreira (FCSH-UNL)
13.00-14.30
Pausa para almoço
14.30
2º PAINEL – TRAUMA RODOVIÁRIO: DA EMERGÊNCIA À RECUPERAÇÃO
Moderação: Filomena Araújo (FCM/UNL)
14.30
Emergência médica: problemáticas da assistência às vítimas de trauma rodoviário
Pedro Lavinha (INEM)
14.50
PSPT em vítimas de acidentes rodoviários
Tânia Pires (IEP/Universidade do Minho)
15.10
A importância da abordagem multidisciplinar na recuperação da vítima de trauma rodoviário
Beatriz Condeça (Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão)
Debate: Luísa Lima (ISCTE)
15.45
Pausa para café
16:00-17.30
Mesa Redonda: Trauma, Stress e culpa
Maria João Martins (MRTS-ISCTE); Maria Emília Agostinho (Nossa Âncora); Paulo Carvalho (BTLS)
 
Sexta-Feira, 24 de Abril de 2009
 
10.00
3º PAINEL – PREVENÇÃO DO RISCO RODOVIÁRIO
Moderação: Manuel João Ramos (ISCTE)
10.00
Formar ou sensibilizar para a segurança rodoviária
Luís Escudeiro (EMSDrive)
10.20
Avaliação da formação avançada para a condução reactiva em Portugal
António Macedo
(CR&M)
10.40
A importância do meio viário na redução de riscos na condução
Mário Alves (Especialista em Transportes e Mobilidade)
Debate: Nuno Salpico (CSMagistratura / OSEC)
11.15
Pausa para café
11.30-13.00
Mesa Redonda: A segurança rodoviária existe?
António Gomes Belo (DGSP); Marta Pereira (ISEC);
Pedro Magalhães Oliveira (ADETTI-ISCTE);
 
 
 
Luís Cardoso (Liberty Seguros, S.A)
13.00-14.30
Pausa para almoço
14.30-16.30
Programa de demonstração de meios de prevenção e socorro à vítima de acidente rodoviário, no Átrio exterior do ISCTE (com a colaboração do BTLS - Portugal, da Academia de Condução Segura e da CR&M – Formação Activa de Condução)
17.00
Encerramento
ISCTE, Edifício II, Auditório B203 Av.ª das Forças Armadas 1649-026 Lisboa
iscte.pt

 

publicado por cambiantevelador às 10:01
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Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

"Apneia do sono"...

 

Sábado, 28 Março 2009   Sinistralidade
Sono na origem de muitas mortes
Por Sónia Graça
 
O sono é um dos principais factores que estão na origem de acidentes de viação. Segundo estudos recentes, o sono surge em 2.º lugar nas causas de natureza ‘psico-física’ responsáveis por desastres mortais, logo a seguir ao álcool.
 
A maior parte destes acidentes ocorre de madrugada
 
A União Europeia paga todos os anos uma factura de 160 biliões de euros por mais de um milhão de acidentes rodoviários, que custam 40 mil vidas e deixam para trás um milhão e 700 mil feridos. Na origem de 10 a 20% destes desastres estão a fadiga e a sonolência – segundo a mais recente avaliação do Observatório Europeu de Segura Rodoviária.
 
Portugal não é excepção. Só nos últimos dois anos 765 condutores foram traídos pelo sono, dos quais 14 morreram e 753 ficaram feridos. «A privação de sono, o consumo de álcool e de drogas, a medicação e doenças como a apneia do sono» são factores que, segundo Teresa Paiva, neurologista do Hospital de Santa Maria, podem explicar «reflexos mais lentos, distracções e pequenas ‘brancas’» ao volante.
 
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=130383
Um morto e três feridos em despiste 2009-04-11 ALEXANDRA SERÔDIO
Tinham saído de um bar e regressavam a casa. A viatura em que seguiam despistou-se, provocando a morte a um rapaz, de 27 anos, e ferimentos nos restantes três ocupantes. Dois deles ficaram em estado grave.
Passavam dois minutos das 3 horas quando o alerta foi dado para o Comando Distrital de Operações e Socorro de Leiria.
 
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Leiria&Concelho=Peniche&Option=Interior&content_id=1198629
 
Piloto da Porsche morre em acidente com carro de testes
Essa é rara (e triste). Um piloto de 51 anos e de nome não identificado morreu na madrugada de hoje (13) logo após perder o controle de seu carro e bater em uma mureta de proteção na auto-estrada alemã A5 Autobahn.
O carro, um protótipo do novo Porsche 911 Cabrio, era de propriedade da fabricante e rodava em testes de componentes, com bastante camuflagem, pelos arredores da província de Hessen. Ainda não se sabe as causas do acidente.
Um portavoz da montadora afirma que o piloto e engenheiro mecânico trabalhava na empresa há mais de 25 anos e era respeitado pelo amplo conhecimento atrás do volante.
 
O acidente ocorreu às 2h45 da manhã num local da estrada em que não havia limite de velocidade. Indícios mostram que o piloto estava em alta velocidade. Atrás, servindo de carro de apoio, vinha um Porsche Panamera que, felizmente, conseguiu desviar do acidente. Por Fillipe Vivas
http://pitstopbrasil.wordpress.com/2009/02/13/piloto-da-porsche-morre-em-acidente-com-carro-de-testes/
 
"Apneia do sono, responsável por muitos acidentes de viação".
 
… Outra das perturbações do sono bem mais graves é a “paragem da respiração”, a chamada apneia do sono, dando origem a alterações do comportamento, Cansaço  + cardíaco e de arterial.

  inexplicável no dia seguinte e ao adormecimento repentino, responsável por muitos
Acidentes de viação  + . Estas Apneias +  podem também provocar graves alterações do ritmoHipertensão  + 
Tudo em:
http://www.srsdocs.com/parcerias/revista_imprensa/medicosdeportugal/2007/
mp_2007_12_04_3739_k.htm
 

"As coisas que chegam ao espírito pelo ouvido são menos fáceis de reter que aquelas que vêm pelos olhos".

Horácio

 

Em auto-estrada alemã A5 Autobahn.

 

Em auto-estrada Portuguesa...

 

 

publicado por cambiantevelador às 23:23
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Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Acidentes e “stress mental”...

 

«Na União Europeia o número de vítimas das estradas continua a ser demasiado elevado: 1,3 milhões de acidentes rodoviários por ano que provocam 43 000 mortos e 1,7 milhões de feridos. O comportamento dos condutores é, reconhecidamente, a primeira causa dos acidentes mortais: velocidade, consumo de álcool ou droga, cansaço, falta de cinto de segurança ou capacete, etc.»
 
 - As questões de segurança rodoviária passam pelos tempos de condução, pelos períodos de descanso e a formação dos condutores profissionais, etc.
 
http://ec.europa.eu/health-eu/my_environment/road_safety/index_pt.htm
 
- Actualmente, trabalhar mais de 12 horas por dia é um facto comum entre executivos de nível hierárquico mais alto, neste ciclo, quantas vezes a pessoa já acorda cansada, mesmo depois de uma longa noite de sono.
 
http://portalexame.abril.uol.com.br/revista/exame/edicoes/0872/
gestaoepessoas/m0083197.html
 
 
Promoções profissionais fazem mal à saúde
 
As promoções no trabalho aumentam o stress mental” e tiram tempo aos felizes contemplados para irem a consultas médicas, segundo a conclusão de um estudo realizado por economistas e psicólogos de uma universidade britânica.

Os investigadores da Universidade de Warwick, no centro do Reino Unido, constataram que uma promoção profissional provoca mais 10 por cento de stress e reduz em 20 por cento o tempo para ir ao médico.

A equipa quis saber se uma melhoria do estatuto profissional tornaria as pessoas mais felizes e saudáveis, em consequência da melhoria da auto-estima pessoal.
Utilizando dados recolhidos no Reino Unido de uma amostra de mil indivíduos promovidos no seu trabalho entre 1991 e 2005, os investigadores não comprovaram essa hipótese e, antes pelo contrário, observaram uma maior pressão psicológica nas suas "cobaias".

«Obter uma promoção no trabalho não é tão fantástico como se poderia julgar», afirmou Chris Boyce, um dos autores do estudo.
 
«As nossas investigações mostram que a saúde mental dos "chefes" se deteriora tipicamente depois de serem promovidos e de um modo que vai além do curto prazo», disse.
 
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1199131
 
 
Dinamarca adopta sesta remunerada
Sexta, 17 de Abril de 2009
 
Os trabalhadores da Dinamarca podem vir a ganhar uma motivação extra caso a sesta seja declarada obrigatória para quem trabalhe por turnos.

Até agora apenas 1800 empresas ofereciam, de forma voluntária, esta possibilidade de descanso e argumentam que com esta opção os níveis de rentabilidade aumentaram enquanto
os números relativos a erros ou acidentes de trabalham registaram uma diminuição.

Marta Gonçalves, a presidente da Associação Portuguesa de Sono, é da opinião que a sesta é "excelente" maneira de compensar a maioria dos trabalhadores, sobretudo os que exercem a sua actividade por turnos e sublinha ainda que
os portugueses andam "privados de sono", contou à TSF.

A psiquiatra não colocou de parte em recomendar estas medidas ao Governo, baseando-se nas provas científicas já existentes que mostram um disparo do rendimento das empresas que aplicaram estas normas.
 
http://tvnet.sapo.pt/noticias/detalhes.php?id=42472
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=1204625
 
"Vemos os males dos outros com olhos diferentes dos nossos".
Corneille
 
 

 

publicado por cambiantevelador às 00:45
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Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Estações de Serviço...

 

Serviço de Prevenção da SESA – ESSA - AVISO DE SEGURANÇA INDUSTRIAL
Queremos compartilhar com todos, a lição do dia. 
 
Electricidade Estática nas Estações de Serviço
 
Com a generalização do Auto-abastecimento nas Estações de Serviço, há que advertir as pessoas acerca da produção de incêndios como resultado da electricidade estática, enquanto se abastece de gasolina, o seu carro.
 
Foram investigados 150 casos deste tipo de incêndios e os resultados foram muito surpreendentes.
 
1- Dos 150 casos, eles ocorreram menos a homens e mais a mulheres, devido ao seu costume de entrar e sair do veículo enquanto se abastece a gasolina.
 
2- Na maioria dos casos as pessoas haviam entrado novamente nos seus carros enquanto na mangueira ainda estava a correr o combustível (o perigo dos gatilhos nos bocais das mangueiras). Quando o reabastecimento terminou e saíram para retirarem a mangueira, o fogo começou, como resultado da electricidade estática.
 
3- A maioria dos acidentados usava sapatos com sola de borracha e roupa de fibras sintéticas.
 
4- Nunca utilize telemóveis quando se abastece combustível.
 
5- Como sabemos é o vapor que sai da gasolina que arde e causa o fogo, quando entra em contacto com cargas eléctricas estáticas.
 
6- Em 29% dos casos analisados, as pessoas entraram novamente nos seus veículos e logo de seguida tocaram nas pistolas das mangueiras durante o reabastecimento de gasolina. Isto ocorreu em carros de variadas marcas e modelos.
 
7- 17 Incêndios ocorreram antes, durante ou imediatamente após a retirada do tampão do depósito do carro e antes que começasse o reabastecimento de gasolina.
 
8- A electricidade estática produz-se quando um passageiro fricciona as suas roupas contra o tecido dos assentos, ao entrar ou sair do veículo. Paraevitá-lo, é recomendável que NINGUÉM entre ou saia do veículo enquanto se está a realizar o reabastecimento.  Somente devem fazê-lo ANTES de começar,ou quando o reabastecimento já terminou e foi colocado o tampão do depósito.
 
9- REDOBRE AS PRECAUÇÕES se a gasolina se derramou ou salpicou o pavimento junto à bomba. Imediatamente se geram vapores altamente inflamáveis, que podem incendiar-se devido a chispas de electricidade estática, por ligação de equipamentos electrónicos (telemóveis, comandos à distância, etc.) ou pela activação da chave de ignição do veículo.
 
ANTES de pôr novamente em marcha o motor, a gasolina derramada deve ser recolhida ou neutralizada pelo pessoal da estação de serviço.
 
AO ABASTECER DE GASOLINA.
 
NO SEU VEÍCULO: Trave-o com o travão de mão, desligue o motor, o rádio e as luzes.
 
NUNCA: Nunca regresse ao seu veículo enquanto está a reabastecer de combustível.
 
POR PRECAUÇÃO: Acostume-se a fechar a porta do carro ao sair ou ao entrar.
Assim se descarregará da electricidade estática ao tocar algo metálico.
Depois de sair do carro e logo que fechar a porta TOQUE A
PARTE METÁLICA DA CARROÇARIA, antes de tocar na pistola de combustível. Deste modo a electricidade estática do seu corpo descarregar-se-á para o metal do carro e não para a pistola da mangueira.
 
Pede-se por favor que enviem esta informação a TODOS os seus amigos e familiares, especialmente àqueles que transportam crianças nos seus carros enquanto reabastecem de combustível. Obrigado por passar esta informação.
 
Shell é Segurança
 
http://www.youtube.com/watch?v=7KK48hQ78Kk
 
http://www.youtube.com/watch?v=1tYO4jvnJHw
 
Não ficar estático ao abastecer.
http://www.youtube.com/watch?v=wgfaNGlp1ZI
 
publicado por cambiantevelador às 23:38
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Radares em Auto-estrada...

 

Controlo da velocidade em Auto-estrada.
 
- Da história do motor de combustão interna, que tornou possível o desenvolvimento do automóvel, (1895/1904 -A velocidade que os automóveis atingiam, cerca de 30 kms/h, era considerada uma "coisa do diabo”), até ao surgimento do Código da Estrada de 1928 e ao actual controlo da velocidade em Auto-estrada.
 
« Em 1885, Karl Benz constrói o primeiro veículo automóvel na cidade alemã de Manheim. O veículo inventado por Benz possui um motor de um cilindro com sistema de ignição eléctrica e atinge a velocidade de 16 Kms/h.
 
O primeiro automóvel chega a Portugal em 1895. É um veículo da marca Panhard & Levassor, importado de Paris pelo IV Conde de Avilez.
 
1902 — Realiza-se a primeira grande prova de automóveis. Esta prova, liga Figueira da Foz a Lisboa;
 
O I Salão Automóvel, em Portugal, realiza-se na cidade do Porto, no ano de 1914. A ideia para a sua organização surge em 1913, após a realização do primeiro "Circuito do Minho." No final desta prova desportiva, os veículos que nela participam são expostos na nave central do antigo Palácio de Cristal do Porto.
 
Em 1908, é apresentado na cidade de Detroit, Estados Unidos da América, o primeiro automóvel a ser produzido em série — o Ford T. O objectivo do seu inventor, Henry Ford, é tornar possível a todos os cidadãos americanos a aquisição de um automóvel.
 
De 1920 a 1930, a sinalização e orientação dos primeiros automobilistas fica a cargo do Automóvel Club de Portugal e da Vacuum Oil Company, que colocam os primeiros sinais de orientação no nosso país.
 
O Real Automóvel Club de Portugal é fundado em 1903. Como Presidente honorário é nomeado o rei D. Carlos e como Presidente perpétuo da Assembleia-geral o Infante D. Afonso. Em 1911, após a implantação da República, o nome do clube é alterado para Automóvel Club de Portugal.
 
A Junta Autónoma das Estradas (JAE) é fundada em 1927 com o objectivo de estudar, construir, reconstruir e reparar as estradas nacionais e suas obras de arte.
 
Código da estrada e sinalização - Em 1686, as ´Ordenações do Reinoª de D. Pedro II já estabeleciam regras de prioridades para coches, seges e liteiras onde, pela estreiteza da rua, fosse preciso recuar. Quando os primeiros veículos motorizados apareceram, foi o ´Regulamento sobre a Circulação de Automóveis, aprovado por Decreto de 1901, que ordenou o trânsito das viaturas de tracção a motor e animal. »
 
Emhttp://www.amtc.pt/_AMTC/EXP/museu/por.html
 
Mais: http://www.ansr.pt/Portals/0/not/Cod28.pdf
- Radares de velocidade nas Auto-estradas,
também servem para monitorização e cálculo das emissões de
Gases com Efeito de Estufa.
 
«Tabela 2.21 – Monitorização da medida MR t9
Designação: MR t9 – Redução das Velocidades Praticadas em AE
Breve Descrição:
Meta Sectorial:
2000: 124,0 km/h
2004: 121,6 km/h21
2010: 118,0 km/h
Horizonte temporal: 2000-2010
Designação variável monitorização: Velocidade média de circulação em AE (km/h)
Distância ao Alvo 2004: + 21%
2002: 117,6 km/h
2004: 121,1 km/h
Desvio sectorial esperado em 2010: - 48%
Desvio da eficácia ambiental esperado em 2010: + 0,6 Gg
Nota metodológica:
Em face da elevada variabilidade anual que tem vindo a ser verificada relativamente aos anos monitorizados nos estudos realizados pelo LNEC para a DGV, e na ausência de previsões por parte da DGV, admitiu-se que a velocidade média praticada nas AE portuguesesseria a média das velocidades médias praticadas em 2000, 2002 e 2004:
 
120,9 km/h (2010) = [124,0 km/h (2000) + 117,6 km/h (2002) + 121,1 km/h (2004)] / 3
Recorde-se que a estimativa efectuada no PNAC 2004 previa evitar-se emissões num quantitativo de 1,25 Gg de CO2e.
 
Obs.: Informações recebidas em reunião com a DGV (29/09/2005) e através de informação (via e-mail) da DGV, em 18 de Novembro de 2005. Conforme estudo desenvolvido pelo LNEC (Proc. Nº 0703/1/13773).»
 
Fonte:
 
http://www.apambiente.pt/politicasambiente/AlteracoesClimaticas/PNAC/Documents/Anexo2_
Transportes.pdf
 
Radares de velocidade excluem auto-estradas
http://cambiantevelador.blogs.sapo.pt/26106.html
 
http://cambiantevelador.blogs.sapo.pt/45353.html
http://cambiantevelador.blogs.sapo.pt/49448.html
http://cambiantevelador.blogs.sapo.pt/28696.html
http://cambiantevelador.blogs.sapo.pt/20749.html
http://cambiantevelador.blogs.sapo.pt/25820.html
 
 
"O mundo tem uma tal necessidade de ser enganado, que basta que uma verdade seja simples para que ninguém a julgue verdadeira".
Vargas Villa
 

publicado por cambiantevelador às 00:04
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Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

Operação Páscoa da PSP...

 

 
Quarta-feira, 15 de Abril de 2009 | 09:21
Operação Páscoa: Mais de 680 detidos – balanço final


No âmbito da «Operação Páscoa Segura», que terminou à meia-noite de segunda-feira, a Polícia de Segurança Pública procedeu à detenção de 683 pessoas, a sua maioria nos distritos de Lisboa (197), Porto (96) e Aveiro (69).
 
De acordo com os dados finais da operação divulgados na terça-feira, tiveram lugar - entre 28 de Março e 13 de Abril - 2.900 acidentes, dos quais resultaram seis mortos, 36 feridos graves e 687 feridos ligeiros.  Este ano, a «Páscoa Segura» prolongou-se por 17 dias, contra os 11 dias abrangidos pela operação em 2008 (de 14 a 24 de Março), pelo que não é possível estabelecer uma comparação directa de dados.
 
No decurso da «Operação Páscoa em Segurança» 2009, as autoridades procederam ainda à apreensão de 84 viaturas, 382 documentos, duas dezenas de armas e três quilogramas de explosivos. Em termos de produtos estupefacientes, a polícia apreendeu cocaína (1.803 doses), heroína (3.778 doses) e haxixe (3.674 doses). Diário Digital / Lusa
 
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=382955
 
http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=4951
 
 
                                     …Por sua vez, a GNR registou nos quatro dias da Operação Páscoa três mortos em acidentes de trânsito em Portugal continental, menos quatro do que em igual período do ano passado, mas mais 117 acidentes do que em 2008. (…)
 
                                        … Enquanto a operação da PSP se concentra mais nas vias de acesso aos centros urbanos e nas redes viárias dos Açores e da Madeira, a acção da GNR centra-se nas estradas fora das localidades, como auto-estradas, itinerários complementares e vias rápidas. (…)
 
- Os dados da GNR dizem apenas respeito ao Continente, não abrangendo as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.
 
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1355192&idCanal=62
 
 

"A política chegou a ser a arte secundária de jogar com ideias ou com palavras como o malabarista joga com facas ou com esferas".

J. Delafosse

 

 

publicado por cambiantevelador às 23:55
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Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Operação Páscoa da GNR...

 Operação Páscoa da GNR...com útil greve ás multas...

 

 
Páscoa: três mortos e 19 feridos graves na estrada
13-04-2009 - 07:48h
 
Houve mais acidentes, mas menos vítimas mortais do que em 2008
 
A GNR registou nos quatro dias da Operação Páscoa três mortos em acidentes de trânsito em Portugal continental, menos quatro do que em igual período do ano passado, mas mais 117 acidentes do que em 2008.
 
De acordo com os dados da Guarda Nacional Republicana (GNR), ocorreram este ano 999 acidentes, dos quais resultaram três mortos, 19 feridos graves (menos 10 do que em 2008) e 283 feridos ligeiros (mais 43).
 
A operação Páscoa decorreu entre as 00:00 de quinta-feira e as 24:00 de domingo.
Para esta operação, a GNR mobilizou 2.062 militares, 936 patrulhas e 871 viaturas.
 
http://diario.iol.pt/sociedade-nacional/pascoa-acidentes-mortos-feridos-tvi24-ultimas-noticias/1056449-4555.html
 
 
14 Abril 2009 – 00h30
Operação Páscoa: Balanço de quatro dias de fiscalização na estrada
GNR passa menos 400 multas por velocidade
Os militares da GNR levantaram menos 400 multas por excesso de velocidade durante os quatro dias da Operação Páscoa, face a igual período do ano passado – facto que, segundo fontes da extinta Brigada de Trânsito, está relacionado com a greve às multas dos patrulheiros. Os dados totais da campanha apresentam aumento de 443 contra-ordenações em relação a 2008, mas não revelam a realidade:incluem os autos de todo o dispositivo, enquanto, no ano passado, só 1700 elementos da ex-BT tinham passado 3537 multas.
Os patrulheiros da ex-BT asseguram que a greve às multas contínua com uma adesão significativa, só que o Comando-Geral da GNR continua a não disponibilizar informações que permitam fazer a comparação. Na directiva enviada aos comandos territoriais, os responsáveis terão mesmo determinado que os comentários sobre a nova Unidade Nacional de Trânsito e a greve às contra-ordenações eram temas a evitar. No balanço da operação, os números positivos referem-se à diminuição de vítimas mortais e de feridos graves. Este ano registaram-se três mortos (ver infografia) – menos quatro do que em 2008 – e 19 feridos graves (menos dez). A quantidade de acidentes aumentou de 882 para 999 e o número de feridos ligeiros também. O ano passado foram contabilizados 240 feridos ligeiros, menos 43 do que este ano.
 
Durante a Operação Páscoa, que decorreu entre os dias 9 e 12, foram fiscalizados pela GNR 32 525 condutores, 250 dos quais detidos por excesso de álcool, falta de carta e outras infracções. Dos 106 289 veículos controlados pelo radar, 1358 foram multados. Para o tenente João Figueiredo, da GNR, os resultados alcançados revelam o "empenhamento e abnegação de todos os militares".
 
NACIONAL 125 VAI SER REQUALIFICADA
A EN125, no Algarve, que registou 290 vítimas mortais entre 1998 e 2007, será requalificada. O concurso de adjudicação será assinado este mês. Os trabalhos (150 milhões de euros,) irão até 2010. Em 2008, o número de pontos negros identificados era cinco. Este ano, já não estava identificado nenhum, após intervenções ao nível da sinalética, semaforização e rotundas. Francisco Pedro / A.P.
 
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=5CC2099D-F516-448F-9299-22FDF55EC970&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
 
Mortalidade Rodoviária: A Magia dos Números  - Temos portanto três tipos de omissão nas estatísticas da mortalidade rodoviária:  1) Decorrentes da não contabilização dos mortos a trinta dias, ao contrário do que acontece no resto da Europa;  2) Não verificação de óbitos por ausência de médico no local e por não confirmação posterior;  3) Falta de confronto, ou confronto tardio, entre diferentes bases de dados.
http://www.acam.org/w/index.php5?title=Mortalidade_Rodovi%C3%A1ria:_A_Magia_dos_N%C3%BAmeros
 
Operação Páscoa com útil greve às multas, por parte dos patrulheiros da GNR.
 
- Partindo do princípio, que a contabilização das vítimas, corresponderá verdadeiramente à realidade (mesmo com as actuais omissões nessa mesma contabilização), a greve às multas dos patrulheiros da GNR, este ano, vem implicitamente demonstrar, que a caça à multa não resolve o problema da segurança rodoviária e só com agentes no terreno (“Para esta operação, a GNR mobilizou 2.062 militares…”), com patrulhamento de visibilidade, com eliminação de pontos negros (como o exemplo da nacional 125), entre outras acções de campanhas e de responsabilização de entidades ligadas à gestão das estradas, se conseguirá resultados positivos.
 
 
 "Em material social, é o rótulo impresso na garrafa que determina a qualidade e o sabor do vinho".
Eça de Queirós
 

 

publicado por cambiantevelador às 09:29
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