Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

Crianças e acidentes rodoviários...

 

ONU 10-12-2008
Acidentes mataram cerca de 830 mil jovens
 

Em todo o mundo morrem anualmente cerca de 830 mil crianças e jovens, uma média de 2.270 por dia, devido a acidentes, segundo um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

Segundo a investigação realizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Unicef,

as principais causas de morte de crianças e jovens até aos 19 anos são os acidentes rodoviários,

afogamentos, queimaduras, quedas e envenenamentos, mas mais de metade destas mortes podiam ser evitadas.

 

Os dados referem-se a 2004 e

mostram que as mortes foram provocadas, em  22,3% dos casos, por acidentes rodoviários,

em 16,8% por afogamento (no mar, lagos, piscinas, poços e banheiras), 9,1% devido a queimaduras, 4,2% por quedas e 3,9% por envenenamento.

 
 
Associação
Três em cada quatro acidentes com crianças podiam ser evitados
 
Em Portugal, 75 por cento dos acidentes com crianças e jovens podiam ser evitados, disse hoje a presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI)
 
«Portugal é dos piores países da Europa em termos de mortalidade de crianças e jovens devido a acidentes»

 
De acordo com a presidente da APSI,
«os acidentes rodoviários estão no topo como os primeiros responsáveis» pela mortalidade infantil e juvenil
seguindo-se afogamentos, quedas de edifícios, queimaduras, intoxicações, estrangulamentos e asfixia.

«Estes números são assustadores quando se sabe que 75 por cento dos acidentes poderiam ser evitados. Este ano, segundo a comunicação social, já houve 12 afogamentos [não são necessariamente mortes] e seis quedas de edifícios, mas pensamos que existam mais», adiantou.

A responsável da APSI considerou
«vergonhoso» haver tantas crianças a caírem de edifícios e defendeu que
a responsabilidade é dos pais, mas principalmente de quem «projecta, constrói e fiscaliza os edifícios».
«Quem vai habitar as casas não sabe avaliar certos tipos de riscos e,
por isso, têm que ser os técnicos a assegurarem que os ambientes e os produtos são seguros», sublinhou.

Sandra Nascimento alertou ainda para a falta de uma
«liderança forte e definida para a resolução do problema [dos acidentes com crianças e jovens] e de uma estratégia nacional para a prevenção destes acidentes».

«Em Portugal existe ainda a ideia de que o acidente é uma fatalidade que não se pode evitar e, por acharem que não depende delas, as pessoas não tomam precauções», referiu a presidente da APSI.
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“A vida talvez seja mais bela do que
o permitem os homens"
André Gide
 

 

 

publicado por cambiantevelador às 22:05
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