Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

Fumo do trânsito...

3a-feira, 13 Janeiro 2009 SOL

Estudo Fumo do trânsito tem malefícios semelhantes ao do tabaco
 
As substâncias cancerígenas que circulam no ar provenientes do tráfego automóvel, têm efeitos semelhantes aos provocados pelo tabaco, defende um estudo universitário a que a Lusa teve hoje acesso
 O estudo, a ser apresentado na quarta-feira, detectou também os malefícios provocados pelo tabaco, mas a coordenadora do trabalho, Conceição Alvim Ferraz, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), considerou mais preocupante a concentração das substâncias decorrentes do tráfego, já que delas ninguém escapa.
O trânsito no Porto provoca aumentos até 3.500 por cento nas concentrações de substâncias cancerígenas no ar, revela o estudo.
 
«Do tabaco pode-se fugir, mas o trânsito está por todo o lado, pelo a grande mensagem que extraio deste estudo é que é preciso tomar medidas para redução das emissões dos escapes», afirmou a docente e investigadora à agência Lusa.
 A introdução de portagens à entrada da cidade é uma das medidas possíveis, mas a investigadora prefere que se estimule a utilização dos transportes públicos, melhorando a oferta.
 
«Temos que evitar tantos carros em circulação», disse Conceição Alvim Ferraz, uma especialista em qualidade do ar, que lecciona Engenharia Química na FEUP.
Nenhum país no mundo adoptou ainda legislação para proteger os cidadãos dos malefícios das emissões do tráfego automóvel, apesar de existirem já restrições quanto aos locais onde é permitido fumar, assinala, por seu lado, uma síntese do estudo.
 As medições que sustentam o trabalho foram efectuadas ao longo de quatro anos na zona do pólo universitário da Asprela, freguesia de Paranhos, na via pública e em residências de fumadores e não fumadores.
 Em alguns casos verificou-se um aumento até 3.500 por cento das substâncias cancerígenas presentes nas partículas inaláveis, «sobretudo nas de menores dimensões, que são as que têm piores efeitos na saúde», refere a síntese do estudo. Para comparação, foram feitas igualmente medições numa zona de Viana do Castelo dada como não poluída.
 
O estudo é apresentado quarta-feira de manhã, em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian, entidade que financiou o projecto. Lusa/SOL
 
 http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=29010&op=all
 
Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009 diário digital 00:31
Wolkswagen e Toshiba preparam primeiros veículos verdes


A alemã Wolkswagen anunciou quinta-feira a aliança com a japonesa Toshiba, para que possa ser a primeira empresa a construir viaturas eléctricas seguras e acessíveis ao grande público.
A Toshiba vai desenvolver motores eléctricos e aparelhos electrónicos para uma nova geração de automóveis, para que a Wolkswagen seja «a primeira a apresentar veículos que não emitam dióxido de carbono», explica a empresa, em comunicado.
Martin Winterkorn disse, em comunicado, que «há muito trabalho para fazer antes deste automóvel eléctrico ser comercializado em todo o mundo, sobretudo no que respeita às baterias de lítio».
Numa altura em que os veículos verdes estão na agenda política internacional, a Daimler e a Volkswagen querem lançar o primeiro modelo em 2010mas os especialistas estimam que estes automóveis não vão ser comercializados nos próximos anos.
As construtoras querem comercializar os primeiros veículos verdes em 2012, ano em que se estima que entre em vigor legislação comunitária mais apertada no que se refere às emissões de CO2. Diário Digital / Lusa
 
Caminhar para o futuro e acabar com veículos que libertem hidrocarbonetos...
 
Os parques de estacionamento nas periferias, condicionados ao uso do transporte público, deveriam ser grátis, desta forma, incentivava-se progressivamente ao uso do transporte público.
 

Tem evoluído a injecção de combustível nos motores de combustão interna, os automóveis que utilizavam a gasolina aditivada, possuíam carburador, que obrigava a uma mistura de aproximadamente 15 gramas de ár para 1g de gasolina (15/1g), actualmente com os vários sistemas de injecção e com a utilização de catalizadores e gasolina sem chumbo, conseguem-se misturas de aproximadamente 40/1g, o que reduz bastante as emissões de gases poluentes.

 
No entanto, o motor de combustão interna, devido ao grande número de peças em movimento que o constituem, torna a sua evolução muito limitada, dai, inevitavelmente e principalmente por essa razão, mais cedo ou mais tarde irá tornar-se obsoleto. 

 

publicado por cambiantevelador às 22:50
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