Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Acesso ao álcool...

 

IDT propõe acesso a bebidas alcoólicas a maiores de 18 anos
Hoje às 11:38 TSF
 
O Instituto da Droga e Toxicodependência vai propor que apenas quem tenha 18 anos possa comprar bebidas alcoólicas. João Goulão pretende também que os condutores com menos de dois anos de carta de condução sejam sujeitos a uma taxa de alcoolemia menor que a actual. (...) 
«É sobretudo ao nível da divulgação de informação quer para os profissionais de saúde quer para os próprios utentes, para a população em geral, no sentido de haver uma maior divulgação desta realidade», explicou João Goulão à TSF.
 
O Plano Nacional para o Álcool prevê ainda a diminuição da taxa de alcoolemia permitida para condutores com menos de dois anos de carta de condução e que será inferior à taxa de 0,5 g/l actualmente permitida, muito embora ainda não se saiba qual vai ser proposta. João Goulão explicou que a ideia de diminuição desta taxa se aplicará a recém-encartados até dois anos naquilo que definiu como uma espécie de «período probatório», uma proposta que avançará para o Ministério da Saúde.
 
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1138331
 
 
Redução de taxa de álcool para recém-encartados não terá efeitos, diz Carlos Barbosa
Hoje às 12:35 TSF 
O presidente do Automóvel Club de Portugal não concorda com a redução da taxa de álcool para os que têm menos de dois anos de carta de condução. Contudo, Carlos Barbosa diz concordar com a possibilidade de dispensa de aulas de condução antes de exame em escolas autorizadas.
 
O presidente do Automóvel Club de Portugal não concorda com a redução da taxa de alcoolemia para um valor abaixo dos 0,5 g/l permitidos actualmente, medida que o Instituto de Droga e Toxicodependência pretende incluir no Plano Nacional para o Álcool.
Para Carlos Barbosa, esta «medida não vai ter efeito nenhum, porque o prevaricador do álcool tanto passa os 0,2 como os 0,5, porque o prevaricador com essa idade nunca fica pelos 0,2 e nunca pelos 0,5».
 
«Acho que não vale a pena abrir excepções. Acho que as excepções têm de ser abertas apenas para os transportes públicos, para o transporte de crianças e similares, porque de resto não vale a pena e não tem sentido nenhum», acrescentou.
Em declarações à TSF, Carlos Barbosa comentou também a proposta de redução da idade de um comprador de bebidas alcoólicas dos actuais 18 anos para 16 para dizer que esse é «coarctar o direito da liberdade de cada um».
 
«Hoje em dia, um rapaz de 15, 16 anos é um homem e por isso tem o direito de pensar pela sua cabeça e não pela cabeça do legislador. Se ele acha que pode beber álcool e não vai conduzir muito bem. Se ele acha que não pode beber álcool não bebe», concluiu.Por outro lado, o presidente do ACP disse apoiar a proposta de mudança das regras da atribuição da carta de condução e que dispensam as aulas de condução em escolas autorizadas antes do exame e que contempla um período de aprendizagem com a ajuda de um tutor.
Carlos Barbosa pede contudo mais esclarecimentos relativamente a esta proposta incluída, segundo o Diário de Notícias, na Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária e que permite a aluno propor-se a exame após este período de aprendizagem.
 
O responsável máximo do Automóvel Club de Portugal recordou que esta prática já é usada em toda a Europa e assinalou o facto de os exames de condução em Portugal serem desde sempre «pouco rigorosos e muito permissivos».
«Quando os exames forem extremamente duros e extremamente rigorosos, nessa altura é-me completamente indiferente que o aluno tenha tido uma ou cem aulas de condução. Agora, não sei o que é um tutor», concluiu.
 
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1138340
 
 
21-11-2006 - 08:49h IOL DIÁRIO
Se estiver alcoolizado, o carro não anda
Grupo de mães está a pressionar o Estado para que torne obrigatória a colocação de aparelhos bloqueadores
 
Nova tecnologia, como aparelhos para detecção do álcool em carros, pode ser a chave para eliminar a condução alcoolizada, defende o grupo Mães contra a Condução sob o Efeito do Álcool, numa campanha que iniciou segunda-feira.
 
Segundo a Lusa, a organização e o Departamento de Transportes norte-americano estão a pressionar no sentido de introduzir esses aparelhos, bem como leis mais restritivas em todo o país. «Se não podemos impedir os bêbados de guiar, vamos impedir os veículos de serem conduzidos por condutores embriagados», disse Glyinn Birch, presidente da Associação, numa conferência de imprensa.
 
O grupo de activistas quer que o Estado aprove leis que tornem obrigatória a colocação de aparelhos bloqueadores para soprar nos veículos de todos aqueles que forem condenados por conduzirem embriagados, mesmo até depois da primeira transgressão. Só o Estado do Novo México tem tal lei para os que são delinquentes pela primeira vez. Quarenta e cinco Estados e o Distrito de Columbia autorizam o aparelho para alguns delinquentes.
 
Os aparelhos bloqueadores requerem que os condutores soprem no alcoolímetro. O veículo não arranca, a menos que a concentração de álcool no sangue esteja abaixo de um determinado nível. Outros bloqueadores requerem que os condutores soprem para os aparelhos depois de um certo tempo, com o objectivo de impedir a ingestão de bebidas alcoólicas enquanto se conduz, ou que se tenha um amigo sóbrio a arrancar com o carro.
 
Birch disse que os bloqueadores são 90 por cento eficazes quando instalados no veículo, salientando, contudo, que só um em cada oito condutores condenados por guiarem embriagados tem o aparelho. «A única razão porque as pessoas continuam hoje a guiar embriagadas é porque podem e porque as deixamos», lamentou-se Birch.
 
http://diario.iol.pt/noticia.html?id=744120&div_id=4073
 
 
"Será que vão começar a surgir mais festas de garagem? Aumentando a idade mínima para comprar e consumir bebidas alcoólicas combate o alcoolismo?
A solução estará na tecnologia através de aparelhos bloqueadores?
 
Lei de George

Todos os mais têm os seus menos.

 

 

 

 

 

publicado por cambiantevelador às 00:27
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