Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

SINISTRALIDADE NA EUROPA...

 
A SINISTRALIDADE NA EUROPA
 
A Comissão Europeia propôs em 2001 no Livro Branco sobre os Transportes, o objectivo ambicioso de reduzir para metade o número de vítimas mortais nas estradas europeias até 2010.
 
Este objectivo foi posteriormente aprovado pelo Parlamento Europeu e por todos os Estados-Membros. Em 2003 foi adoptado o
Programa de Acção Europeu para a Segurança Rodoviária
que prevê uma série de medidas concretas para atingir esse objectivo, tendo-se vindo a verificar, a nível europeu, que a segurança rodoviária ocupa lugar de destaque na agenda política dos Estados-Membros.
 
O princípio da "responsabilidade partilhada" consagrado na
Carta Europeia da Segurança Rodoviária
incentiva todos os membros da sociedade a assumirem as suas responsabilidades, envolvendo-se e contribuindo de forma significativa para a melhoria da segurança rodoviária.
 
A responsabilidade partilhada consiste em responsabilizar todos os cidadãos e empresas, na exacta medida das suas possibilidades, a adoptarem medidas que contribuam para reduzir a sinistralidade rodoviária. Não cabe somente ao Estado civilizar as estradas, mas a toda a sociedade civil, com a intervenção activa de cidadãos e empresas.
 
 
 
"Cada um é responsável por todos.
  Cada um é o único responsável.
  Cada um é o único responsável por todos."
 Antoine de Saint-Exupéry
 
 
A Carta Europeia da Segurança Rodoviária, assinada por mais 25 entidades portuguesas. Sobe, assim, para 49 o número de instituições nacionais – públicas e privadas – que se comprometem a desenvolver acções que ajudem a reduzir a sinistralidade rodoviária.

A ideia foi lançada pela Comissão Europeia em 2004, e tem como objectivo orientador criar condições para reduzir para metade o número de mortos nas estradas até 2010. Essa intenção traduz-se na redução de cerca de 25 mil mortos no espaço da União Europeia em 6 anos.

Até hoje, a iniciativa já conseguiu atrair 1006 entidades de 30 países.
De Portugal já lá estão 24 - como a Brisa, a DECO e os CTT – e hoje entram outras 25, de onde se destacam 12 Governos Civis, a AENOR – auto-estradas do Norte –, a ANECRA e a Câmara Municipal de Lisboa. Os aderentes comprometem-se a realizar campanhas que ajudem à redução dos números, por exemplo em áreas como o comportamento dos condutores – que até podem ser os da própria empresa aderente– a segurança dos veículos, a segurança das infra-estruturas e o transporte profissional.
 
Intenções
 Não basta assinar, é necessário incluir nas empresas os princípios gerais de prevenção, visando abranger todas as situações de trabalho, em todos os sectores, englobando todos os factores de risco e abrangendo todos os trabalhadores, independentemente do seu vínculo contratual.
 
"A imprensa é a imensa e sagrada locomotiva do progresso"
Victor Hugo
 
 

 

 

publicado por cambiantevelador às 18:34
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