Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Acidentes em Auto-Estradas...

 

 

Recomendação sobre prevenção de acidentes em Auto-Estradas e vias equiparadas
 
A frequência de acidentes com veículos imobilizados na faixa de rodagem e bermas das auto-estradas portuguesas levanta legítimas preocupações ao Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias, I.P. enquanto representante do Estado no sector rodoviário e também às empresas concessionárias, face à gravidade das consequências humanas e materiais, que daí resultam.
 
1.Situação actual
 
Da análise efectuada aos acidentes ocorridos em 2008, foi possível concluir que, embora os meios postos no terreno, pelas concessionárias, tenham sido adequados a este tipo de acidentes, os custos do tempo perdido por todos os utentes, face à falta de disponibilidade da infra-estrutura, as vítimas envolvidas e perda de bens materiais, remetem para uma solução deste problema, no domínio preventivo e não apenas curativo.
 
Concretamente, o InIR verificou que os tempos de permanência de veículos imobilizados nas auto-estradas por avaria ou outra causa associada, representaram um potencial de risco elevado e desnecessário, quer para os condutores e passageiros, quer para a circulação normal do tráfego.
 
A razão porque isto acontece, baseia-se no facto de ser dada prioridade ao condutor da viatura para accionamento do reboque ou outro meio de auxílio ou de remoção, o que conduz a uma espera demasiado prolongada, traduzida num nível de exposição ao risco, inaceitável.
2.Decisões
 
Assim sendo e após avaliação da situação pelo Conselho de Segurança Rodoviária, com a participação do InIR, da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e das Forças de Segurança, foi unanimemente aceite, que, tendo em atenção a legislação em vigor (Artº 146 do Código da Estrada), as Forças de Segurança devem ordenar a remoção imediata dos veículos parados na faixa de rodagem e bermas das Auto-Estradas e vias de regime equiparado, através dos meios disponibilizados pelas concessionárias, para local seguro e conveniente, nomeadamente Áreas de Serviço, de repouso, Centros de Apoio e Manutenção ou outros mais próximos, para que o condutor possa então accionar os seus próprios meios de remoção, a partir destes locais.
 
2.1  Fundamentação
 
Pretende-se assim minimizar todos os riscos directos e indirectos da ocorrência de um sinistro, retirando o veículo da via, no mais curto espaço de tempo:
•   Evitando uma exposição desnecessária do veículo aos riscos da circulação rodoviária;

•   Minimizando os custos inerentes aos meios de intervenção de carácter curativo, por parte das concessionárias.
 E assim:
•   beneficiando todos os interveniente e,
•   contribuindo para uma maior segurança nas auto-estradas e vias equiparadas.
Por outro lado, outra das conclusões desta avaliação é a necessidade de uma maior e melhor divulgação dos riscos de insegurança associados a uma paragem de uma viatura em auto-estrada. É indispensável intervir ao nível do comportamento dos ocupantes da viatura imobilizada.

Para além da utilização do colete reflector, prática já hoje suficientemente divulgada, é imperioso informar sobre os procedimentos a seguir, de modo a que sejam garantidos códigos de conduta seguros e preventivos, para os ocupantes da viatura imobilizada, tais como em que posição se devem colocar, como se devem resguardar do tráfego circulante e também, e não menos importante, o que não devem fazer.
 
3. Recomendação
 
Nestes termos, o InIR, recomendou às concessionárias para que, com a sua colaboração, procedessem à harmonização, de conteúdos e meios a utilizar, para melhor informar os seus clientes, da forma como devem proceder em situações deste tipo, visando reduzir os níveis de sinistralidade na rede rodoviária nacional.
Autor: natacha.redol
Data:  19-03-2009
 
http://www.inir.pt/portal/1%c2%aaP%c3%a1gina/tabid/36/ctl/Details/mid/481/ItemID/19/language/pt-PT/Default.aspx
 
Condutores satisfeitos com auto-estradas em Portugal criticam sinalização
 
A maioria dos condutores está satisfeita com as auto-estradas de Portugal, sobretudo com o pavimento, mas aponta críticas à sinalização, pode ler-se nas conclusões preliminares de um estudo realizado pelo Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias.
Segundo o estudo, os condutores atribuem 69 pontos ao piso das auto-estradas, sendo que apenas 14 por cento sugerem alterações.
 
Entre os factores de insegurança numa auto-estrada apontados pelos utilizadores destaca-se a falta de sinalização, a agressividade a falta de civismo de alguns condutores, bem como o volume de tráfego, adiantou Soares Gomes, responsável pelo estudo.
 
Segundo o estudo, o elevado tráfego é um dos principais responsáveis pelos atrasos frequentes dos condutores. No entanto,  o tempo de espera provocado pelo alargamento das vias é o aspecto mais negativo apontado pelos automobilistas.
Quanto à sinalização, as notas mais baixas vão para a informação disponível em painéis de informação turística, sinalização das curvas e presença de sinalização de segurança.
 
Os condutores atribuem também nota negativa ao tratamento das reclamações prestado pelas concessionárias das auto-estradas. Soares Gomes adiantou que este estudo servirá para aplicar medidas.
 
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1303875
 
 
 Portugal perto de objectivo europeu em termos de mortes nas estradas
 
Portugal colocou-se muito perto do objectivo europeu em termos de mortes nas estradas, ao reduzir 47 por cento a sua estatística entre 2001 e 2008, quando o objectivo era de 50 por cento. Apesar disto, o número de mortes por milhão de habitantes ainda é elevado.
   
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1269549
 
 
Associação não acredita em números absolutos de mortes nas estradas portuguesas
 
Ouvido pela TSF, Manuel João Ramos assinalou que Portugal continua a não contabilizar os números dos que morrem devido a acidentes nas estradas mas apenas nos hospitais.
 
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1269605
 
http://cambiantevelador.blogs.sapo.pt/6777.html
 
“Todas as verdades seriam boas para dizer se as disséssemos em conjunto”. J. Joubert
 
 

 

 

 

publicado por cambiantevelador às 23:08
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