Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009

Of. da Brisa e PSP...

 
Funcionário da Brisa morre em colisão com autocarro na A1
 
05 Agosto 2009
Um homem de 47 anos morreu, na madrugada de ontem, terça-feira, na sequência de uma violenta colisão na Auto-estrada do Norte (A1), junto a Vila Franca de Xira, e que envolveu uma viatura da Brisa e um autocarro de passageiros….
 
"Depois de embater, sai e fui a correr até à carrinha para ver se o homem estava bem, mas quando espreitei não vi ninguém ao volante. Então, reparei que tinha sido projectado para a estrada", explicou, ainda emocionado.
 
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Vila%20Franca%20de%20Xira&Option=Interior&content_id=1325975
 
 
Lisboa: Morto por condutor que diz ter adormecido ao volante
 
Os colegas de profissão de Guilhermino Lopes Correia, agente da Divisão de Trânsito da PSP, estão revoltados com a morte trágica do colega, sábado de madrugada no IC17, quando prestava um serviço gratificado nas obras do túnel do Grilo.
 
Recorde-se que o profissional com quase vinte anos de experiência não resistiu ao embate violento de um jipe que seguia a alta velocidade e que não se apercebeu do corte da estrada quando fazia uma ultrapassagem. Apesar das tentativas de reanimação, o agente de 46 anos morreu no local do acidente, não resistindo aos graves ferimentos provocados pelo embate com o separador central.
 
Ao que o CM apurou o funeral do polícia realizar-se-á dia 04/08/09 e o corpo será sepultado em Paio Pires, onde o agente Correia nasceu e ainda vivem a mãe e o irmão. Guilhermino Correia vivia no Seixal juntamente com a mulher os dois filhos ainda menores: Hugo, de 17 anos, e Nuno, de nove.
 
Morto por condutor que diz ter adormecido ao volante
 
Eduarda Correia adivinhou a tragédia mal os dois colegas do marido apareceram à porta de casa, no Seixal, ontem às 07h00. O marido, Guilhermino Lopes Correia, agente da Divisão de Trânsito da PSP em Lisboa há perto de 20 anos, saiu de casa na sexta-feira à noite para um serviço gratificado nas obras do túnel do Grilo, no IC17, mas acabou por morrer atropelado por um jipe.
 
O acidente aconteceu horas depois da transferência para a PSP da fiscalização das principais estradas das cidades de Lisboa e Porto.
 
Segundo uma testemunha, o condutor fez uma ultrapassagem a alta velocidade e não viu os dois polícias. Atropelou Guilhermino e a violência da pancada fez com que a vítima fosse projectada até ao separador central. O agente, de 46 anos, bateu com a cabeça e não resistiu à violência do embate.
 
O colega escapou por pouco: ao ver o carro desgovernado só teve tempo de saltar para cima do carro-patrulha. O condutor, de cerca de 40 anos, não apresentava taxa de álcool no sangue e disse aos agentes que tinha adormecido ao volante. Guilhermino foi logo auxiliado por duas pessoas que viram o acidente e que referem que a assistência médica só chegou quarenta minutos depois ao local do acidente.
 
Os familiares estão inconsoláveis: "Não sei o que pensar. O meu marido era muito cuidadoso. Antes de sair de casa, disse que não se ia esquecer do colete e das joelheiras reflectoras para os condutores o verem melhor. Parecia que estava a adivinhar o pior", disse em lágrimas Eduarda, que agora se vê sozinha com os dois filhos menores do casal: Hugo, de 17 anos e Nuno, de 9.
 
"SINTO MUITAS SAUDADES DO CHEIRINHO DO PAI"
 
Os familiares do agente Guilhermino Lopes Correia estão a passar o pior momento das suas vidas. O filho mais velho não voltou a falar desde que soube da morte brutal do pai e até foi levado para a casa de uma das tias. Nuno, de apenas nove anos, está em casa com a mãe e não pára de olhar para a fotografia de Guilhermino.
 
"O mais pequeno estava na cama e ainda me disse: ‘Tenho saudades do cheirinho do pai.’ Não sei o que vai ser de mim sem o meu marido. Ele era o meu pilar e adorava os filhos. Era tudo para eles. Não merecia o que lhe aconteceu", desabafa Eduarda.
 
O agente Correia, como era tratado, tinha três irmãos e a mãe, de 89 anos, que vive em Paio Pires. Eduarda já foi contactada pelos colegas do marido que expressaram a sua solidariedade. De acordo com a lei, a família terá direito a uma indemnização correspondente a 250 vezes o salário mínimo nacional.
 
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/9967318.html
 
http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=FC1F7238-C73E-464C-875D-A0F4AEF3251B
 
 
17 Mortos nos primeiros quatro dias de Agosto
 
Os números – uma média superior a quatro mortes por dia – já ultrapassam os valores registados em Julho, em que se verificaram 30 mortos (média de três por dia) nos últimos dez dias do mês….
 
"FUI DE BEJA À COVILHÃ E NÃO VI UMA PATRULHA": José Alho, Presidente ASPIG sobre sinistralidade
 
Correio da Manhã – O fim da Brigada de Trânsito (BT) da GNR tem contribuído para o elevado número de acidentes e mortos nas estradas portuguesas?
José AlhoSem dúvida alguma. A Unidade Nacional de Trânsito [que veio substituir a BT] não tem unidade, coordenação ou homens.
 
– Pode concretizar? – Na última semana fui de Beja a Lisboa e depois até à Covilhã. E daí novamente para Beja. Não vi uma única patrulha nesse percurso. A Unidade Nacional de Trânsito tem 30 ou 40 elementos que estão a fazer serviço administrativo, e o trabalho de campo está disperso por 18 Comandos Territoriais. Na antiga BT havia 2500 militares especializados em trânsito e um comando único. Agora não há coordenação.
 
– Os condutores sentem-se menos controlados? – Isso é óbvio. Faltam homens nos pontos sensíveis e a desmotivação de quem está no terreno faz o resto. Desde Janeiro que se vê muito mais gente a falar ao telemóvel, a exceder limites de velocidade, etc.
 
– Defende o regresso da BT? – Não é uma questão de nome. É de espírito, de formação e, sobretudo, de coordenação.
 
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=14980437-84D3-4DCF-8112-01CC1DD80B04&channeliD
 
Faltam auditorias de segurança rodoviária.
  
O presidente do Observatório de Segurança das Estradas e Cidades (OSEC), o juiz Nuno Salpico, criticou o «número insignificante» de auditorias de segurança rodoviária.
 
 Nuno Salpico afirma que faz falta, uma entidade independente que realize o trabalho face à «magnitude e problemas da rede viária».
 
Por seu lado, o presidente da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M), Manuel João Ramos, lembrou a «falta de regulamentação» e que «quanto mais tempo passa, mais dolorosa será a factura final» por causa das eventuais alterações que terão de ocorrer nas estradas.
 
Segundo a agência Lusa, os responsáveis comentavam a observação da Organização Mundial de Saúde (OMS), que revelava que não se realizavam, em Portugal, as auditorias exigidas nos principais projectos de construção de novas estradas, nem verificações regulares em infra-estruturas existentes.
 
http://diario.iol.pt/sociedade/estradas-oms-relatorio-auditoria-seguranca-rodoviaria-tvi24/1079728-4071.html
 
 
Acidentes em série na saída da A3 para a A4
 
2009-01-19
Piso torna-se perigoso sempre que chove. Via da direita é cortada pela Brisa para evitar males maiores. Em poucos minutos chegou uma carrinha de assistência da Brisa.
"Até estranhei. Mas depois disseram-me que estavam ali por causa de outro acidente que tinha acontecido pouco tempo antes…
 
"É um ponto negro. O piso é muito liso", contaram, ao JN, fontes internas da empresa, referindo que chegam a acontecer diversos acidentes num só dia. A solução, acrescentam, é fresar o pavimento. Uma intervenção que foi feita precisamente no sentido contrário, na saída da A4 para a A3…
 
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1073654
 
 
 
Crimes públicos consentidos.
 
- Incapacidade de uma actuação transversal das Instituições a nível Nacional no combate á Sinistralidade Rodoviária.
 
- São notícias como estas que reforçam o direito do trabalho e o tornam a questão central, que á luz da Constituição passa pelo respeito e pelos direitos dos trabalhadores, especialmente quando nesse desempenho (agentes da autoridade ou outros profissionais) estiver em causa a segurança de terceiros.
 
- Direitos que não podem deixar de prevalecer sobre outros bens e valores, como a rentabilidade e a racionalidade económica, ou seja, a chamada “Optimização” (quantas vezes subjectiva) de meios afectos aos serviços que tiverem por missão as melhores práticas no âmbito da segurança rodoviária.
 
- Assim, quando são denunciadas práticas que podem por em causa a segurança rodoviária a entidades como:
 
Um Conselho de Administração de uma qualquer Empresa, a uma Autoridade de Segurança Rodoviária, a um Instituto que tenha por missão a fiscalização de infra-estruturas rodoviárias, ou a uma Inspecção de Trabalho, e ainda assim tenha de chegar a Tribunal como ultima Instância essa mesma denúncia por manifesta inoperância das anteriores instituições, poderá considerar-se muitos acidentes de viação como crimes públicos consentidos.
 
- Desta forma, a política do Governo em matéria de segurança rodoviária estará posta em causa e também os objectivos para a redução da sinistralidade em Portugal.
brsfernando@gmail.com
 
Constituição da República Portuguesa
Artigo 18.º
(Força jurídica)
1.            Os preceitos constitucionais respeitantes aos direitos, liberdades e garantias são directamente aplicáveis e vinculam as entidades públicas e privadas.
Artigo 21.º
Direito de resistência
Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.
Artigo 58.º
Direito ao trabalho
 
1. Todos têm direito ao trabalho.
2. Para assegurar o direito ao trabalho, incumbe ao Estado promover:
c) A formação cultural e técnica e a valorização profissional dos trabalhadores.
Artigo 59.º
Direitos dos trabalhadores
1. Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, têm direito:
c) A prestação do trabalho em condições de higiene, segurança e saúde;
 
"Dez mil dificuldades não fazem uma dúvida". Isaac Newton
 
Guilhermino! Amigos desde os tempos de escola, como tu, são difíceis de encontrar e impossíveis de esquecer!
 
 
 
 
Foto: CM
publicado por cambiantevelador às 18:38
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