Terça-feira, 27 de Abril de 2010

Dia Europeu da Segurança Rodoviária...

Hoje é o Dia Europeu da Segurança Rodoviária

 

  

Acidentes rodoviários mataram duas pessoas por dia no primeiro trimestre

 

A GNR contabilizou nas estradas que vigia, durante o primeiro trimestre deste ano, 86 vítimas mortais. Nos primeiros três meses do ano passado haviam sido 61.

 

O número de vítimas aumenta para 171 tendo em conta as pessoas que acabaram por falecer nos hospitais 30 dias após o sinistro.

 

Feitas as contas, consta-se que todos os dias morrem em Portugal duas pessoas em consequência de acidentes rodoviários.

 

Em relação ao mesmo período do ano transacto, não contando os mortos a 30 dias, verificou-se um acréscimo de 21 vítimas. No período em apreciação contabilizaram-se igualmente mais acidentes, mais acidentes com vítimas mortais, mais feridos ligeiros, maior número de multas e mais processos-crime em consequência das infracções detectadas.

 

Só o número de feridos graves diminuiu. A explicação do aumento dos números (sobretudo dos acidentes e dos mortos) deve-se, de acordo com peritos da GNR contactados pelo PÚBLICO, ao desinvestimento do patrulhamento nas estradas, o qual diminuiu para que se pudessem realizar mais operações stop e, em consequência, aumentassem as probabilidades de existirem mais autuações.

 

Este objectivo, tendo ainda como comparação o primeiro trimestre do ano passado, até terá sido conseguido. Em 2010 foram instaurados, só na área que actualmente pertence ao Trânsito da GNR, 1303 processos-crime (condução sob influência do álcool, de droga, sem habilitação ou em situação de desobediência), o que correspondeu a um acréscimo de 370 casos em relação à mesma fase do ano anterior.

 

Quanto às contra-ordenações (multas) registaram-se agora 44.305, enquanto no primeiro trimestre de 2009 foram 37.205. Houve, portanto, um aumento de 7.100, o que corresponde a um acréscimo percentual de 19 pontos.

 

Analisando os dados oficiais da GNR constata-se que o número de acidentes aumentou, face ao primeiro trimestre do ano passado, em 14 dos 20 destacamentos de trânsito contabilizados. Por outro lado verifica-se ainda, tendo em conta as mesmas 20 áreas de intervenção das equipas de trânsito da GNR, que o número de vítimas mortais aumentou em 11 delas.

 

“Os números relativos aos acidentes, aos mortos e aos feridos, só não são mais pesados porque há zonas, como por exemplo o Porto Alto e uma outra próxima de Aveiro, que passaram a ser da responsabilidade da PSP”, disse um responsável que pediu o anonimato.

 

http://ww2.publico.pt/Sociedade/acidentes-rodoviarios-mataram-duas-pessoas-por-dia-no-primeiro-trimestre_1434226

 

 

Pelos dados da ANSR, continua a “guerra civil” nas estradas.

 

http://www.ansr.pt/LinkClick.aspx?fileticket=pM89w9iUJRo%3d&tabid=315&mid=833&language=pt-PT

 

 

Mortos nas estradas aumentaram 7,3% face a 2009

 

O número de mortos nas estradas portuguesas aumentou 7,3% este ano face a igual período de 2009, revelam dados provisórios da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

 

A falta de manutenção da sinalização nas estradas nacionais é responsável por um em cada cinco acidentes rodoviários, revela a Associação Portuguesa de Sinalização e Segurança Rodoviária (AFESP).

 

Entre 1 de Janeiro e 21 de Abril, 205 pessoas morreram em acidentes rodoviários, mais 14 que no mesmo período do ano passado, quando se registaram 191 vítimas mortais, indica a ANSR, que reúne dados da PSP e da GNR.

 

Estes números dizem respeito às mortes no local do acidente ou durante o percurso para o hospital.

 

As pessoas envolvidas em acidentes que morrerem nos hospitais nos 30 dias seguintes também passaram a fazer parte das estatísticas da sinistralidade rodoviária desde 01 de Janeiro, mas a ANSR ainda não publicou esses dados, devendo os primeiros números ser conhecidos em Julho.

 

Segundo a ANSR, foi no distrito de Lisboa que os acidentes provocaram mais mortos (34), seguindo-se Porto (30) e Braga (19). Já os distritos com menos vítimas mortais nas estradas foram Vila Real (1), Beja (2) e Guarda (3). Por sua vez, os feridos graves diminuíram 13,5 por cento entre 1 de Janeiro e 21 de Abril face a igual período de 2009.

 

Este ano ficaram gravemente feridas 626 pessoas, enquanto em 2009 tinham sido 724 os feridos graves. Os feridos ligeiros também desceram ligeiramente face a 2009, tendo passado de 11 702 para 11 657.

 

Estes dados são apenas relativos ao território continental, não incluindo as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

 

Um em cada cinco acidentes provocado pela má sinalização.

 

A Associação Portuguesa de Sinalização e Segurança Rodoviária (AFESP) alertou hoje para o perigo da falta de manutenção da sinalização nas estradas nacionais, responsável por um em cada cinco acidentes rodoviários.

 

O alerta da AFESP surge no Dia Europeu da Segurança Rodoviária, que hoje se assinala, e tem por base um estudo sobre a sinalização horizontal na rede rodoviária nacional feito no ano passado pela associação. Apesar de já ter sido divulgado no ano passado, o estudo "é recente e válido" e mesmo com os investimentos entretanto feitos a situação "não deve ter melhorado" devido ao Inverno rigoroso, admitiu à Lusa a secretária geral da AFESP, Ana Raposo.

 

A responsável defendeu que Portugal deve "investir e apostar seriamente na sinalização" para "recuperar o índice de sinistralidade de patamares mínimos". "Com uma boa ou adequada sinalização, mas sobretudo com uma boa manutenção, poderemos dar um contributo significativo para colocar Portugal entre os primeiros países da Europa com menor índice de sinistralidade", sustentou.

 

Para a secretária geral da AFESP, a manutenção da sinalização é a "única medida" de "fácil e rápida execução" e com "menores custos" para reduzir a sinistralidade.

 

O estudo da Associação Portuguesa de Sinalização e Segurança Rodoviária concluiu que entre 20 a 30 por cento dos acidentes rodoviários são provocados pela má sinalização.

 

O estudo, realizado nos 18 distritos do país, concluiu que 75 por cento das marcas rodoviárias não cumpria com eficácia o papel de orientação dos condutores e cerca de 45 por cento não cumpria esse mesmo papel durante o período nocturno.

 

 "A sinalização horizontal nem sempre existe, quando existe é por vezes de má qualidade e, muitas vezes, tendo sido de boa qualidade inicialmente, não desempenha as suas funções de forma adequada porque entretanto se desgastou e não foi alvo de manutenção", afirmou Ana Raposo.

 

http://sic.sapo.pt/online/noticias/pais/Mortos%20nas%20estradas%20aumentaram.htm

 

 

AFESP alerta para má conservação da sinalização

 

http://www.afesp.pt/noticias_detalhe.php?n=59

 

 

Entrevista da Rádio Clube Português com Manuel João Ramos, sobre a ACA-M e a "guerra civil" entre peões e automobilistas.

 

http://radioclube.clix.pt/player/frame_player_6_4.asp?speed=4&wma=/rcponline/rubricas/trocado/trocado_2010-04-18.wma&album_cover=&linha1=Arquivo%20de%20Programas&linha2=Sinistralidade%20Rodovi%E1ria%20-%20Manuel%20Jo%E3o%20Ramos&linha3=R%E1dio%20Clube&linha4=

 

 

Estrada furiosa: porque somos agressivos ao volante?

 

A agressividade ao volante é tão elevada aos 40 como aos 18 anos.

 

Homens e mulheres entre os 39 e os 45 anos já atingiram a maturidade. Ultrapassaram a adolescência, casaram-se, têm filhos e um emprego estável. A idade tornou-os mais prudentes. Até pode ser verdade, mas essa precaução mal se nota na estrada.

 

 Condutores de ambos os sexos nesta faixa etária têm comportamentos tão agressivos ao volante como os jovens entre os 18 e os 24 anos, apesar de serem mais experientes e menos imaturos. Esta é só uma das conclusões retiradas do estudo de José Brites, investigador do Centro de Estudos de Psicologia Cognitiva e da Aprendizagem, que avaliou o comportamento de 480 automobilistas de todas as regiões da Área Metropolitana de Lisboa e Vale do Tejo.

 

A agressividade ao volante vai decrescendo com o avançar da idade. Excepto no caso dos que estão entre os 39 e 45 anos. Explicar os motivos para os comportamentos de risco nessas idades é mais complicado, mas o especialista está convencido de que haverá uma forte correlação com uma actividade profissional mais intensa:

 

"Estamos perante uma faixa etária com maiores probabilidades de exercer funções executivas, de ter mais anos de experiência profissional e portanto mais exposta ao cansaço." A investigação do professor de Psicologia da Universidade Lusófona permitiu ainda derrubar outro lugar-comum: os acidentes não tornam os condutores mais cautelosos.

 

"A indelicadeza dos condutores é superior em qualquer faixa etária quando comparados com os que nunca estiveram envolvidos em acidentes", conta o psicólogo.

 

Por indelicadeza entenda-se comportamentos tão arriscados como ignorar os sinais de trânsito, não parar numa passadeira para dar passagem ao peão ou negar a prioridade a outro automobilista. As atitudes estão identificadas mas, também neste capítulo, falta estudar os motivos.

 

O especialista acredita, no entanto, que uma das razões está no facto de, por regra, o condutor atribuir a culpa aos outros automobilistas. Se há revelações inesperadas no estudo de José Brites, há também estereótipos derramados no alcatrão.

 

 

Homens e mulheres podem ser igualmente agressivos ao volante.

 

O que os distingue são os motivos:

"Enquanto a agressividade no género feminino está associada à maior instabilidade das emoções, no masculino relaciona-se com o prazer e a descoberta de novas sensações.

 

Este é um dos dados novos que esta investigação permitiu apurar", explica o psicólogo. Dos homens espera-se portanto comportamentos de risco e nas mulheres esses mesmos comportamentos só são aceites perante um quadro clínico de desequilíbrio emocional.

 

Gestos hostis, buzinar, desrespeito pelas regras são alguns dos comportamentos mais frequentes das mulheres.

 Estas atitudes agravam-se entre as que já estiveram envolvidas em acidentes, passando nestes casos, a demonstrar também condução lenta e indelicadeza, indica o estudo intitulado

 

 "Comportamentos Agressivos ao Volante". http://www.actassnip2010.com/index.php?pagina=actas&tema=Psicologia

 

Os homens, por seu turno, recorrem mais ao palavrão, aos gestos obscenos e também à condução ilegal.

A presença da polícia desperta reacções diferentes nos condutores e nas condutoras:

 

"Nas mulheres surte um efeito tranquilizador, nos homens desencadeia mais agressividade.

 

"A agressividade ao volante não é comum nem é constante em todos os automobilistas.

É um traço de personalidade latente que a estrada se encarrega de ampliar: "As características estão lá e são as situações de stresse que acendem o rastilho."

 

Se, por exemplo, o dia corre mal, haverá menos tolerância do condutor para aceitar os contratempos que surgem na estrada. E por que razão o comportamento agressivo só é extremado na estrada?

Anonimato e desresponsabilização são os grandes trunfos dos condutores: "Não conhecemos quem está ao nosso lado, pode bem ser o primeiro-ministro ou o cardeal patriarca, mas para nós, automobilistas, não têm identidade.

 

Esse efeito é ainda maior porque assumimos que temos o controlo de uma máquina que nos garante o anonimato", defende José Brites.

 

Só a prevenção rodoviária poderá acabar com tanta má educação e pouco civismo que circulam nas estradas - prevenção rodoviária dirigida às crianças e ainda mais precaução na hora de tirar a carta de condução.

 

"Uma das mais-valias deste estudo é ter demonstrado que a agressividade é um traço de personalidade.

Se assim é porque não fazer uma avaliação de personalidade antes de habilitar alguém a conduzir?", questiona o investigador.

 

A partir do momento em que se identifica um futuro condutor com maior apetência para comportamentos de risco, a fase seguinte passaria por encaminhar o aluno para programas específicos que trabalham a agressividade na condução:

"Esse recurso é apenas usado quando são decretados pelos juízes e só perante casos de violência ou de elevada agressividade, mas o adequado é estender esses tratamentos aos alvos mais vulneráveis e antes que esses comportamentos se revelem ao volante.

 

" Até porque não é difícil provar que quem demonstra mais agressividade ao volante tem maior probabilidade de causar um acidente.

"Basta lembrar que quando se insulta o condutor do lado a concentração não está mais dirigida para a estrada e passa a estar focalizada num único estímulo muito específico", esclarece o psicólogo. E toda a gente já sabe os estragos que essa dispersão pode causar quando se está ao volante.

 

http://www.ionline.pt/conteudo/57502-conduzir-agressividade-ao-volante-e-tao-elevada-aos-40-como-aos-18-anos

 

 

Projectos de Segurança Rodoviária e de Prevenção Tabágica Premeiam alunos do concelho do Seixal

 

http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=71946&mostra=2&seccao=as-escolas&titulo=Projectos-de-Seguranca-Rodoviaria-e-de-P

 

 

A Prevenção Rodoviária Portuguesa no âmbito do concurso “Reduzir a Velocidade nas Estradas Portuguesas”

 

Realiza nos dias 28, 29 e 30 de Abril de 2010, nas instalações do Instituto de Seguros de Portugal, o 1º Curso, de um total de 9, destinados a técnicos autárquicos e intitulado de Intervenção na infra-estrutura para redução da velocidade -

Recomendações para definição e sinalização de limites de velocidade máxima em estradas portuguesas.

 

Estes cursos visam contribuir para o aumento das competências dos técnicos das autarquias, no domínio da segurança rodoviária visando, em concreto, questões relacionadas com a prática de velocidades excessivas ou inadequadas.

 

Este projecto tem o apoio do Ministério da Administração Interna, do Instituto de Seguros de Portugal, da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária como co-financiadores do projecto e da Liberty Seguros como parceiro.

 

http://www.prp.pt/inicio.asp

 

 

A bicampeã olímpica de ginástica rítmica pela Rússia, Natalia Lavrova, morreu num acidente de viação.

 

 http://desporto.sapo.pt/mais_modalidades/artigo/2010/04/23/bi_campe_ol_mpica_morre_em_acid.html

 

 

TAC Campaign - 20 year Anniversary retrospective montage

 

http://www.youtube.com/watch?v=Z2mf8DtWWd8

 

 

 

A vida é uma estrada, o carro é minha alma, as travessas os obstáculos e

 os caminhos minhas escolhas.

Neto Montana

 

 

 

publicado por cambiantevelador às 23:42
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