Domingo, 13 de Junho de 2010

Mortes a 30 dias...

Governo ainda esconde mortalidade nas estradas

 

 Seis meses depois da lei em vigor, continuam por conhecer óbitos a 30 dias.

O Ministério da Administração Interna (MAI) continua a esconder o número real de mortes em acidentes de viação.

 

Até ao final do ano passado apenas eram contados os óbitos no local do acidente, mas desde o início do ano que o Governo está obrigado por lei a contar também todos os feridos graves que morrem nos 30 dias subsequentes.

A contagem está a ser feita pelas polícias, mas a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) não a divulga.

Em 2009 houve uma diferença de 418 mortes entre o número de vítimas de acidentes de viação assumido pelo Ministério da Administração Interna e o número de autópsias efectuadas nesse ano pelo Instituto Nacional de Medicina Legal (INML) a cadáveres cuja morte resultou, também, de sinistralidade rodoviária.

Enquanto o MAI diz que morreram 737, o INML contou 1155.

Mais 56%.

A diferença deve-se ao facto de, enquanto no primeiro apenas foram contabilizados os óbitos no local do acidente, o segundo regista todos os que perdem a vida nos dias posteriores.

Mas os números que o MAI envia para as estatísticas europeias são os primeiros.

O conceito internacional de "vítima mortal de acidente de viação", seguido por todos os países europeus, menos Portugal, conta os óbitos que acontecem até 30 dias depois do desastre.

A discrepância não é novidade e foi por isso que o Governo, depois de muito alertado para o facto, estabeleceu como uma das medidas da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária, em 2008, a alteração na metodologia.

 

Depois de ter assumido essa diferença, demorou ainda mais um ano a definir, em despacho, a contagem pelo método internacional.

O despacho estipulava o início do ano para a adopção da nova metodologia, mas, seis meses depois, o Governo continua sem divulgar o número real de mortes na estradas.

O DN pediu há quatro dias ao MAI que esclarecesse a situação, mas o ministério nada respondeu.

Por outro lado, o DN confirmou, oficiosamente, que a PSP e a GNR, que já fazem essa contagem, em articulação como os hospitais e o Ministério Público, têm enviado os valores para a ANSR, mas estão proibidas de a revelar.

 

Uma fonte da GNR garante que esta força de segurança já faz até essa contabilização desde

2004, ano em que foram criados os núcleos de investigação de acidentes de viação,

mas mantém os dados para análise interna.

 

Na PSP só desde início do ano começaram a usar a nova metodologia, embora em Lisboa já o fizessem há mais anos.

Foi desta polícia, aliás, que surgiram os primeiros alertas para a falta de fiabilidade das estatísticas oficiais.

Num estudo académico divulgado em 2008, relativo ao distrito de Lisboa, era demonstrado que as mortes rodoviárias, quando contadas a 30 dias, tinham sido, em média, para os três anos analisados mais 50% do que as oficialmente divulgadas pela ANSR.

 

O estudo mostrava que as mortes nas unidades hospitalares, que ficavam fora das estatísticas, tinham sido em 2005, 2006 e 2007 superiores em 38%, 48% e 62%, respectivamente, ao número de mortes assumido oficialmente.

Manuel João Ramos, dirigente da Associação dos Cidadãos Auto-Mobilizados, acha que, "como é habitual, o Governo deve estar à espera do momento político oportuno para divulgar os novos dados" e lamenta que a "estratégia seja só de propaganda".

 

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1590519

 

 

Erros Humanos nos Acidentes

 

 Um estudo de segurança rodoviária revelou que os erros humanos são directamente responsáveis por cerca de 57% de todos os acidentes e um factor contributivo em cerca de 90%.

 

Na realidade o ser humano tem uma capacidade de processamento de informação limitada, assente em 3 funções mentais falíveis, nomeadamente, percepção, atenção e memória.

Um condutor numa situação normal tem de processar informação de diversa natureza, a visual (estrada, outros veículos, peões, sinais de trânsito, paisagem), a auditiva (rádio, telemóvel, conversação) e a interna (direcções da estrada, trabalho, vida pessoal, etc.).

 

Desta forma quando um condutor não consegue evitar um acidente devido ao facto da situação exceder as suas capacidades, diz-se que é um erro humano.

A análise de acidentes torna-se assim bastante complexa e tem de ter em conta o contexto em que o acidente ocorreu e verificar todos os factores que possam justificar e contribuir para o comportamento especifico do condutor numa situação em particular.

 

"a desaceleração de um veículo ligeiro atinge um máximo de 10 m/s2"...

 

A informação recolhida no âmbito de um acidente rodoviário é um elemento fundamental para a sua análise técnica,

permitindo chegar às principais causas do mesmo.

Em primeiro lugar é possível identificar os principais elementos a recolher como sendo as posições finais dos veículos, as suas marcas e modelos, vestígios impressos no pavimento, p.e. rastos de travagem/derrapagem, sulcos e as características da via, normalmente descritas no relatório das autoridades com o croqui do acidente.

 

As características da via devem conter todos os elementos presentes no local do acidente, identificar claramente as dimensões das hemi-faixas de rodagem, a localização exacta dos pontos fixos, a medida da inclinação longitudinal e transversal da via e também conter as dimensões das bermas, passeios e taludes.

Posteriormente é necessário quantificar as deformações produzidas nos veículos pela energia absorvida no impacto.

Esta informação poderá ser obtida através de fotografias registadas metodologicamente e complementada por orçamentos de reparação.

No caso de acidentes com vítimas é importante recolher informação acerca das suas lesões de forma ser possível analisar o seu comportamento biomecânico e desta forma correlacionar as lesões contraídas com a dinâmica do acidente.

www.carcrash.pt

 

Médicos condenados por passar atestados falsos

a uma escola de condução.

 

Um dos médicos era, na altura, delegado de saúde de Albergaria-a-Velha. Ficou provado que um dos clínicos se limitava a assinar os documentos que lhe eram entregues pela escola, sem realizar as consultas presenciais com os alunos, obrigatórias por lei.

O médico que na época era delegado de saúde chegou a assumir o erro em tribunal.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1584292

 

Detido após 41 anos a guiar sem carta

  

A GNR de Alfena (Valongo) interrompeu a "odisseia" de um indivíduo que terá conduzido sem carta durante 41 anos.

O homem, residente em Santo Tirso, admitiu que guiava desde os 18 anos.

Nunca terá sido fiscalizado nem teve acidentes.

  

Presente ao Tribunal de Valongo, foi condenado a uma multa de 420 euros.

Na zona onde o condutor reside, em Água Longa, Santo Tirso, uma vizinha recusou-se a acreditar que Manuel conduz há 41 anos sem habilitação legal.

  

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1583704

  

Motorista da bisneta de Mandela que conduzia veículo pode ser acusado de homicídio

  

 O condutor da viatura acidentada em que morreu uma bisneta de Nelson Mandela vai ser presente a tribunal nos próximos dias e poderá ser acusado de condução sob o efeito de álcool e homicídio, segundo a polícia.

  

De acordo com um porta-voz da polícia, Govindsamy Mariemuthoo, o condutor, cujo nome ainda não foi revelado, estava embriagado, foi detido, e deverá ir a tribunal nos próximos dias. As autoridades judiciais pediram mais tempo para investigar as circunstâncias do acidente. Ainda não foram anunciadas datas para a cerimónia fúnebre de Zenani Mandela, a vítima, que tinha apenas 13 anos quando faleceu no acidente, na madrugada de sexta-feira.

 

A jovem regressava a casa depois de ter assistido ao concerto do Mundial2010, no Soweto.

O motorista, que não ficou ferido, terá perdido o controlo da viatura, que colidiu com uma barreira, segundo a polícia.

Na sequência do acidente, Nelson Mandela cancelou a sua presença na cerimónia de abertura do Mundial2010, em Joanesburgo, segundo o seu gabinete.

 

http://sic.sapo.pt/online/noticias/desporto/Motorista+da+bisneta+de+Mandela+que+conduzia+veiculo+pode+ser+acusado+de+homicidio.htm

 

 

Leiria: colisão entre dois veículos provoca um morto

 

O acidente entre duas viaturas ligeiras ocorreu na estrada principal da localidade de Maceirinha, no concelho de Leiria, pelas 18:30 horas, resultando na morte de um jovem de 22 anos e num ferido ligeiro... Ainda de acordo com o CDOS, registou-se outro acidente pelas 18:46 horas, na Estrada Nacional 242, em Pataias, no concelho de Alcobaça. A colisão envolveu duas viaturas ligeiras e um autocarro de transporte colectivo, resultando num ferido grave e dois ligeiros.

 

http://www.ionline.pt/conteudo/63627-leiria-colisao-dois-veiculos-provoca-um-morto

 

 

Homem suicidou-se por imolação na auto-estrada do Norte

 

Um homem morreu esta terça-feira na Área de Descanso da A1 em Fátima, imolando-se pelo fogo, informou o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém.

 

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=175230

 

Despiste faz dois mortos na A3

  

Um acidente com uma carrinha que transportava trabalhadores, na A3, provocou a morte a duas pessoas.

O despiste ocorreu junto ao nó de Cruz, na auto-estrada que liga Valença ao Porto.

 

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Braga&Concelho=Vila%20Nova%20de%20Famalic%E3o&Option=Interior&content_id=1588472

 

 

Seis feridos em despistes

 

Seis pessoas ficaram feridas na sequência de um acidente de viação registado durante a tarde de ontem, na auto-estrada do Sul (A2), na área de Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal... Outro acidente, envolvendo uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de Viseu, naquela localidade, causou um ferido ligeiro.

 

A GNR deteve, na quinta-feira, 45 condutores, a maioria (25) por excesso de álcool. Fiscalizou 4326 automobilistas e multou 1079. Sem habilitação legal para conduzir foram detectadas 15 pessoas.

 

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1591230

 

 

 

"Mais vale um juiz bom e prudente que uma lei boa. Com um juiz mau e injusto, uma lei boa de nada serve, porque ele a verga e a torna injusta a seu modo"

 

Código Geral da Suécia, 1734

 

 

 

 

 

 

publicado por cambiantevelador às 02:20
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