Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Agosto trágico...

Correio da Manhã 04 Agosto 2008

Estrada: Agosto com início trágico
 
Depois de um sábado negro, com oito mortes nas estradas portuguesas, o dia de ontem ficou marcado pela morte de pelo menos mais três pessoas.
Somando os dois casos mortais registados na sexta-feira
o primeiro fim-de-semana de Agosto registou 13 mortes nas estradas.

Setúbal.
O despiste de um automóvel, pelas 03h30, na Estrada Nacional 10, entre Pegões e o Infantado, provocou a morte de um dos ocupantes do veículo, deixando ainda quatro feridos, um deles em estado considerado grave...
 
Mais tarde, pelas 06h45, o despiste de um automóvel na A12, na zona do Pinhal Novo, provocou uma vítima mortal.
 
Mais a norte, em Chãos, Ferreira do Zêzere, uma mulher de 75 anos morreu após ter sido atropelada por uma moto, às 13h52. A vítima teve morte imediata e o condutor do veículo de duas rodas sofreu ferimentos ligeiros. No sábado, a Brigada de Trânsito da GNR registou 227 acidentes de viação, dos quais resultaram sete mortos e 70 feridos, três dos quais em estado grave.
 

 18 mortos em três dias na estrada

 

Primeiro fim-de-semana de Agosto dobrou mortes registadas em 2007
Nos primeiros três dias do mês registaram-se 18 mortes na estrada - o dobro do ano anterior...Três mortos na sexta. oito no sábado e outros sete no domingo.
 
No total, ocorreram 1207 acidentes que, para além dos mortos já referidos, causaram 27 feridos graves e 348 feridos ligeiros.
Este é o balanço frio e trágico do início de Agosto em termos de sinistralidade rodoviária.

 

Pegando nos dados da GNR de domingo, dia 3 de Agosto, e comparando-os com os dados do mesmo dia do ano anterior, verificamos que o número de mortes aumentou, passando de quatro para sete. Todavia, em termos de feridos graves houve menos 2 (12 para 10) e feridos leves foram menos 36 (123 para 87). E mesmo em relação aos acidentes houve menos 177 (407 para 230).

 

Como se explica, então, esta alta mortalidade, se até houve bem menos acidentes e feridos?

 

A Associação de Profissionais da Guarda (APG) considerou que a "autêntica catástrofe" verificada pode ser consequência de a GNR ter "descurado" o policiamento de proximidade e de visibilidade.  (...)  devia haver uma estratégia de visibilidade na qual seriam importantes os meios aéreos prometidos há mais de um ano.

 

"Não adianta investir em carros descaracterizados, pois só servem para reprimir"

 

http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=975195#AreaComentarios

 

 

"Desde que os jornais publicam tantas notícias, já se não sabe o que se passa"

E. Rod

 

 

 

publicado por cambiantevelador às 09:10
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